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Art. 1o Fica instituído o Dia Nacional da Umbanda, que será comemorado, anualmente, em 15 de novembro.
Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 16 de maio de 2012;
191o da Independência e 124o da República.
DILMA ROUSSEFF
PRESIDENTA DA REPÚBLICA
Anna Maria Buarque de Hollanda
Luiza Helena de Bairros
Agora é LEI!!!
Dia 15 de novembro É o Dia Nacional da Umbanda!
Que todos nós umbandistas brindemos a conquista firmando a corrente, o ponto e a crença.
Que nos orgulhemos de nossa religião fazendo mais e o melhor por Ela.
Que comemoremos abrindo as portas de nossos terreiros, permitindo que o Caboclo solte seu brado e que os Pretos-Velhos cruzem as nossas vidas.
Salve! Salve filhos de pemba!
Salve! Salve Umbanda querida!!!
LEI Nº 12.644, DE 16 DE MAIO DE 2012.
Autor Jaque
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Então vai tomar banho de mar…
O banho de mar é muitas vezes mais potente que o banho de sal grosso. Isso porque a água do mar possui elementos que o banho de sal grosso não possui (vitalizantes); além disso, temos o sol, que derrama suas energias depois que a pessoa se banha na praia.
O mar é conhecido pelos irmãos da umbanda como “Kalunga Grande”, que significa grande cemitério, que descarrega e absorve as energias negativas que estão impregnadas na aura dos seus freqüentadores.
Diferente do banho de sal grosso, que descarrega energias positivas e negativas, o banho de mar limpa nossa aura e a imanta de energias positivas. É um santo remédio.
O mar é regido por um Orixá, que se chama Iemanjá e que é representado pela figura de Nossa Senhora, de braços abertos.
Essa figura representa a natureza passiva dessa “energia”, que recebe a todos de braços abertos, absorvendo com todo amor e carinho as energias negativas e doando, através do seu coração iluminado de luz, as poderosas energias que vem do alto.

Autor Jaque
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A linha D’água, nas giras de Umbanda, geralmente se manifesta para purificar e energizar os filhos de santo e assistência.
A manifestação é rápida. Não falam, e em suas danças sempre se movimentam com gestos que representam seus domínios.
A incorporação de Yemanjá, é bastante serena, e sempre movimentam os braços lentamente como se estivessem abrindo caminho entre as ondas do mar.Ao contrário de Iansã, que como uma grande ventania é agitada e sempre movimenta os braços para cima, expulsando os eguns.
A linha d’água ainda traz Oxum e Nanã.
Oxum das cachoeiras e lagos, e Nanã Boruquê das águas lodosas e barrentas.
A linha d’água representa o ciclo da renovação. Essas entidades, como as águas, levam as energias negativas, e nos devolvem fôlego renovado e purificado.
Por isso, quando fizer alguma oferenda no mar, lembre-se: O mar leva, mas também trás, portanto se quiser receber flores, antes de mandá-las ao mar, tire os espinhos.
Autor Jaque
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Existe uma graciosa lenda a respeito do alecrim: Quando Maria fugiu para o Egito, levando no colo o menino Jesus, as flores do caminho iam se abrindo à medida que a sagrada família passava por elas.
O lilás ergueu seus galhos orgulhosos e emplumados, o lírio abriu seu cálice.
O alecrim, sem pétalas nem beleza, entristeceu lamentando não poder agradar o menino.
Cansada, Maria parou à beira do rio e, enquanto a criança dormia, lavou suas roupinhas.
Em seguida, olhou a seu redor, procurando um lugar para estendê-las. “O lírio quebrará sob o peso, e o lilás é alto demais”.
Colocou-as então sobre o alecrim e ele suspirou de alegria, agradeceu de coração a nova oportunidade e as sustentou ao sol durante toda a manhã.
“Obrigada, gentil alecrim” – disse Maria.
“Daqui por diante ostentarás flores azuis para recordarem o manto azul que estou usando. E não apenas flores te dou em agradecimento, mas todos os galhos que sustentaram as roupas do pequeno Jesus serão aromáticos.

Autor Jaque
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Caboclo, na Umbanda, é um mistério, uma linha de trabalho, uma falange, um grau. É o identificador de entidades que trabalham na vibração ligada a Oxóssi, o orixá das matas e do conhecimento.
Nas linhas de ação e trabalho dos caboclos “são incorporados milhares de espíritos cujas religiões não eram a ioruba nem a indígena brasileira. Mas todos têm uma forma de incorporação bem característica” …
“Na Umbanda, os caboclos têm uma função relevante, pois são eles que assumem a frente nas linhas de trabalho dos médiuns. Os caboclos são o elo de ligação do médium com os orixás”. “Nas linhas de caboclos estão ocultos sob formas plasmadas grandes sacerdotes desencarnados já há muitos séculos, muitos sábios, filósofos, professores e sacerdotes dos mais variados rituais…”) (Rubens Saraceni – Umbanda Sagrada – Madras Ed.)
O arquétipo do caboclo índio brasileiro é bastante forte e “só espíritos com uma noção superior sobre as verdadeiras leis da vida poderiam ser enviados à Terra para, incorporados em seus médiuns, orientar os infelizes encarnados … Só mesmo os nossos índios simples e cultuadores da verdadeira irmandade poderiam pregar o amor entre pessoas mais preocupadas com o sucesso pessoal do que com o bem-estar dos seus semelhantes”. (Rubens Saraceni – Os Arquétipos da Umbanda – Madras Ed.)

Autor Jaque
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