11 Anos


11anos
 

Essa semana comemoramos mais 1 ano de portas abertas. Nosso templo completou ao todo 11 ciclos de existência. Há 11 anos que a casa está a total disposição para tudo que a Umbanda dita como sagrado e essencialmente a ajuda ao próximo. Convidamos vocês nesse momento fazer uma reflexão, vamos dar um presente para o terreiro e seus guias fundadores? O que será que eles mais querem nesse momento?

Querem nos ver encarando nossa religião com o que a própria definição de religião diz? A Umbanda tem seus próprios valores, ensinamentos, seus ritos, sua crença e seus Orixás. Todos nós já ouvimos essa frase, “Queremos que vocês respeitem o Sagrado”. Será isso?

Querem a extinção do imaginário popular que Umbanda faz mal, faz trabalhos pra prejudicar a outros, Exú opera e executa o mal, que as entidades fumam e bebem por serem viciadas e presas ao mundo da carne e que a Umbanda faz ritos com sacrifício de animais? A nossa Umbanda, a que está dentro de nossos corações, a quem devemos respeito e amamos não faz isso.

Eles imploram para entendermos que o que vivemos é a minúscula parte de um todo. Que estamos na carne aprendendo e que fazemos parte de um ciclo encarnatório que é finito. Que estamos aqui não pra fazer as escolhas, mas sim para entender nossas próprias escolhas já feitas. Se entendermos isso então o presente já será bom?

Querem nos fazer disciplinar a todo custo que devemos buscar a felicidade de maneira incondicional em nossas vidas e que tenhamos o discernimento suficiente para enxergar o significado real de felicidade e onde ela está. O que a Umbanda mais quer é que seus filhos sejam plenos e felizes. Será este?

E o mais importante, que uma vez Umbandista que a caridade impere tanto em sua carne quanto em seu espírito. Pois, sem a caridade, todo o resto é em vão. Então chegamos a um ponto comum, são todos esses e mais alguns.

Alguém tem mais sugestões de presentes?

Parabéns Templo de Umbanda Caboclo Ubiraja, que o terreiro seja para todo sempre essa ótima casa que amamos. Parabéns a todos que diretamente ou indiretamente zelam pelo nosso espaço sagrado.

Axé, Pai Carlos de Oxóssi.