Carta Magna de Umbanda – 09/03/14

Magna_Carta

A Umbanda é uma religião que crê na existência de um Deus único, inteligência suprema, causa primária de todas as coisas, eterno, imutável, imaterial, onipotente, soberanamente justo e bom, infinito em todas as Suas perfeições.

Cremos na existência dos Sagrados Orixás, responsáveis diretos por toda a criação do universo e sustento do Planeta Terra. Não são deuses, mas sim denominações humanas para uma classe de Poderes Reinantes do Divino Criador.

Cremos na existência e comunicação mediúnica, através de medianeiros preparados para tal tarefa, em trabalhos caritativos em atendimentos fraternos dos Guias Espirituais, os Espíritos Tutelares, também conhecidos como Espíritos Santos de Deus ou Santas Almas Benditas.

Dando por verdade que a Umbanda teve contribuições positivas das religiões e/ou filosofias Espírita, Indígenas, Africanas e do Catolicismo popular, aceitando tudo o que é bom e rejeitando tudo o que não coaduna com as necessidades espirituais religiosas do conceito Umbandista. Entendendo que a Umbanda não se submete a nenhum dogma relacionado às religiões ou filosofias citadas, sendo livre de interferências.

Cremos em Jesus (Oxalá), incondicionalmente, sendo Ele o pilar central da Umbanda, pautando o aspecto doutrinário embasado nos Evangelhos (segundo Marcos, segundo Mateus, segundo João e segundo Lucas) e nos ensinamentos dos Espíritos Crísticos, os Mestres do Amor como via evolutiva para se chegar a uma espiritualidade superior.
Possui sacramentos e ritos próprios de batismo, casamento e fúnebre.

A Umbanda é uma religião de “Culto a Caridade”. Dá ênfase a simplicidade dos rituais, que permite a dedicação integral do tempo das sessões em atendimento fraterno aos que a ela recorrem. Nos atendimentos fraternos está o assistencialismo da Umbanda sempre de forma caritativa.

Cremos na existência de sítios vibratórios da Natureza (praias, matas, cachoeiras, pedreiras, montanhas, campos, lagoas, fontes, jardins, etc.), por onde os Sagrados Orixás manifestam-se vibratoriamente com mais intensidade emanando magnetismos necessários à nossa sobrevivência, e aonde vamos constantemente promovendo concentrações para refazimento energético, harmonizações e captação de energias sublimes, nos reequilibrando com as forças da Mãe Natureza. A Umbanda reverencia a Mãe Natureza, por ser nela que se encontram a mais pura manifestação Divina, e onde também iremos buscar e nos harmonizar com as forças ali reinantes, sustentadoras de toda a forma de vida planetária. Atraindo ainda forças do universo para complementar tais vibrações já existentes em nosso planeta, unindo assim poderosas forças divinizadas existentes nos planos espirituais.

Os principais ritos da Umbanda são realizados através de orações, pontos cantados, que podem ser ritmados através de instrumentos musicais. Realizando descarregos, com o uso de ervas em defumações, em banhos, em amacis, e no uso ritualístico do tabaco. Tendo ainda nos elementos minerais, formas condessadas de energias que são aproveitadas nestes ritos, tais como: pedras, cristais, metais, incluindo a energia essencial dos quatro elementos básicos da natureza.

A Umbanda atua na elevação e educação religiosa e evolução dos espíritos praticando trabalhos que visam este progresso do ser humano, direcionando a reforma intima através dos postulados de Jesus que são ensinados pelos guias espirituais que se manifestam nos templos de Umbanda.

Entende-se que a religião de Umbanda, é genuinamente brasileira, com duas características em sua origem:

Primeira:
É Milenar porque seus fundamentos são os mesmos que presidiam o reencontro com Deus desde o início da raça humana em nosso planeta.
Cósmica porque seus fundamentos culminaram com a união preconizada pelo Movimento Umbandista dos quatro pilares do conhecimento humano, que são: Filosofia, Ciência, Religião e Arte.

Evolutiva em suas manifestações, porque a Umbanda se manifesta em seu dia a dia, utilizando todos os recursos positivos existentes no ontem, no hoje e com certeza usará os que vierem no amanhã.

Crística porque os seus aspectos, princípios, postulados e finalidades estão calcados nos ensinamentos dos Mestres da Luz, principalmente no Mestre Jesus, sendo a manifestação e a vivência do Evangelho Redentor, aceitando tudo o que é bom é rejeitando tudo o que eleva e encaminha ao crescimento e desenvolvimento do ser humano.

Brasileira em suas origens. Como prática religiosa, surgiu e se desenvolve no Brasil.

Segunda:
Que foi instituída pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas através da mediunidade de Zélio Fernandino de Moraes, em 15 de Novembro de 1908, em Neves/Niterói, anunciando pela primeira vez o termo “Umbanda”, como designativo de religião.

Na mesma noite, revelou-se um Guia Espiritual, apresentando-se como Pai Antonio; era a presença de um Preto-Velho, a sacralização de um representante “africano” na Umbanda.

Umbanda é o sinônimo de prática religiosa e caritativa, não tendo cobrança pecuniária como uma de suas práticas usuais; não se permite retribuição financeira pelos atendimentos fraternos ou pelos trabalhos realizados, sejam eles quais forem. Damos de graça o que de graça recebemos. Mas, é lícito o chamamento dos médiuns e das pessoas que frequentam os Terreiros no sentido de mensalmente, contribuírem espontaneamente para a manutenção do mesmo ou para a realização de eventos de cunho religioso e assistencial aos mais necessitados. Vivemos para a Umbanda e não da Umbanda.

A Umbanda não pratica o sacrifício de animais para assentamentos magísticos, quer para homenagear Orixás, Guias Espirituais, Exus e Pombas-Gira, quer para fortificar mediunidades, ou mesmo em processos ofertatórios ou demandatórios para obtenção de favores de qualquer ordem, pois recorre às orações, Descarregos (desobsessões), ou se preciso, oferendas votivas de flores, bebidas, frutos, sucos, chás, alimentos, incensos, velas, ou seja, produtos naturais e de elevada vibração em manipulações magísticas. A reforma íntima, fé, amor, orações são os principais fundamentos religiosos da Umbanda e suas práticas ofertatórias são isentas de materiais de baixa energia vibratória (sangue, ossos, carnes, etc.). A Oferenda votiva, além de operação magística, é também uma reverência espontânea aos Sagrados Orixás e é recomendada a sua prática aos seus fiéis.

A UMBANDA É :
DOAÇÃO, CARIDADE, COMPROMISSO, PROSPERIDADE

Doação– A Umbanda tem no voluntariado a forma de crescimento natural da religião, onde a participação se faz fundamental. É através da doação que o medianeiro aprende a valorizar seu templo e socializa-se com seus irmãos.

Caridade– A ação caritativa é uma das formas da elevação do espírito. Fora da caridade não existe a compreensão da missão evolutiva do religioso de Umbanda. A caridade é a expressão máxima do aprendizado religioso em sua plenitude pelo médium de Umbanda.

Compromisso– A Umbanda tem no médium compromissado com o bem, com a verdade, com a lealdade, com a caridade, com a entrega pessoal, com o respeito, a essência do verdadeiro religioso como forma de evolução.

Prosperidade– Dizem os Espíritos: “Conquistarás tudo com o suor do teu rosto”. Ainda nos alertam: “Não venham pedir a espiritualidade, àquilo que é da sua competência”. A prosperidade se dá pela honestidade, esforço, conhecimento e trabalho individual, onde amparado por sua fé e merecimento, conquistará seus objetivos.

RACISMO

A Umbanda é uma religião brasileira e assim como seu povo que é miscigenado, existindo a representação de várias etnias. A Umbanda é o exemplo inter-etnico e responde por ela mesma, pois tem em sua base o negro o indígena e o europeu. Mostra-se como exemplo de cultura e educação, coibindo qualquer forma preconceituosa. O racismo é, antes de tudo, uma demonstração de atraso espiritual e desconhecimento das leis divinas. Aquele que diminui ou persegue o irmão pela cor da pele ou por qualquer outra característica étnica, viola o grande mandamento, síntese de toda a lei e dos profetas, “amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”.

OPÇÃO SEXUAL

Na Umbanda todo ser humano é visto como irmão (a) espiritual, sendo aceita qualquer orientação sexual. Assim a religião entende e acolhe espíritos e não o gênero. Discriminação e preconceito, não são ensinados pelos nossos guias, entendendo que a Umbanda acolhe a todos. Encarnamos com propósitos e escolhas, sendo fundamental respeitarmos o livre arbítrio da escolha pessoal de cada indivíduo. Homossexualidade é somente questão de foro íntimo.

DROGAS

Todos que recorrem aos Terreiros de Umbanda encontrarão o lado assistencialista. O dependente químico deve ser tratado sem aspectos preconceituosos, tendo total assistência por parte da religião de Umbanda.

A Umbanda respeita a vontade do individuo em buscar e aceitar o tratamento espiritual.

Deve ser observado e respeitado nos tratamentos, o lado psicológico, o comprometimento químico e atenção espiritual para o dependente e sua família.

EUTANÁSIA / DESTANÁSIA/ ORTOTANÁSIA / SUICÍDIO / HOMICÍDIO/ ASSASSINATO

A Umbanda, por valorizar a vida, nos aspectos terreno e espiritual, entende que a passagem deve ser natural, respeitando a Lei do carma e aprendizados importantes ao Espírito.

Só o Criador através de Sua Onisciência, Onipresença e Onipotência sabe o momento do desenlace carnal daquele indivíduo.

Mesmo no caso em que a morte é inevitável e em que a vida não é abreviada senão por alguns instantes, a eutanásia é sempre uma falta de resignação e de submissão à vontade do Divino Criador.

Práticas que atentam contra a vida, seja de que forma for, humana ou animal, não são aceitos pela Umbanda.
Homicídio cometido por um agente público ou profissional (segurança ou policial) no exercício de sua profissão, não possuem ônus espirituais sob tais fatos, onde o Estado passa a ser responsável. Neste caso podemos muitas vezes entender que o profissional é apenas um agente da espiritualidade executando as leis do Karma.

Distanásia do ponto de vista clínico e espiritual, não fere o conceito religioso de umbanda pelo fato de tentar prolongar a vida do ser.

Ortotanásia não fere os conceitos religiosos e espirituais, pois é a morte natural do ser sem a utilização de meios artificiais ou qualquer interferência humana.

ABORTO

A Umbanda é contra a prática do aborto.

Entende-se que a partir da concepção já existe vida, um Espírito que anseia por sua evolução.

As observações dos resgates espirituais, através dos acontecimentos, necessitam ser levados em consideração.

Há crime sempre que transgredimos a Lei de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja que provoca o aborto, em qualquer período da gestação, cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, por isso que impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estava formando.

Dado o caso que o nascimento da criança pusesse em perigo a vida da mãe dela, preferível, por bom senso, manter a vida da mãe.

O aconselhamento direto com os Guias Espirituais é fundamental para que as ações sejam feitas sempre baseadas na espiritualidade.

Caso ocorra ou tenha ocorrido o aborto por decisão de qualquer natureza, a Umbanda, seguindo os postulados de Jesus Cristo, não condena e perdoa a ação.

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

A Umbanda não aceita qualquer forma de violência doméstica, atendendo aos parâmetros da legislação vigente com destaque para: Estatutos do Idoso e da Criança e do Adolescente, Leis de proteção à mulher e a Carta das Nações Unidas (ONU), onde os direitos da pessoa humana devem ser preservados, combatendo qualquer tipo de violência doméstica.

O PAPEL DA MULHER NA SOCIEDADE

A Umbanda defende o direito de igualdade, onde a mulher deve ocupar qualquer posição com o mesmo tratamento.

As mulheres na Umbanda estão em todos os níveis hierárquicos da religião, mostrando a toda sociedade o exemplo a ser seguido. Entendemos que a religião de Umbanda é exemplo a todos os segmentos religiosos, pois valorizamos as mulheres em seu exercício sacerdotal.

PEDOFILIA / MAUS TRATOS

A Umbanda não aceita qualquer forma de ato que atente contra a criança e o adolescente, em especial os casos de pedofilia e maus tratos, e defende que as Leis já estabelecidas devam ser aplicadas.

Pessoas que possuem desvio de conduta podem estar sendo obsidiadas, ou mesmo necessitam de acompanhamento psicológico, unido de orientação espiritual.

POSICIONAMENTO E ÉTICA EM RELAÇÃO À UMBANDA E OUTRAS RELIGIÕES

A Umbanda traz em si a base religiosa que deve ser respeitada. Amar, respeitar, não julgar, não caluniar, atuar sempre com verdade, na base do bem, da educação e da elevação.

O posicionamento ético em qualquer religião deve se basear em tais atributos, manifestado pelo verdadeiro religioso de Umbanda.

Sobre a questão inter-religiosa a Umbanda respeita todas as religiões e busca o Estado Laico, não discriminando nenhum tipo de manifestação religiosa que vise o respeito e evolução do ser humano.

Cremos na afirmação de que as religiões constituem os diversos caminhos de evolução espiritual, que conduzem a Deus.

SOBRE OS MÉDIUNS E ASSISTIDOS

Os médiuns e assistidos em geral são vistos como religiosos e devem agir como tal, acreditando em Deus, nos Orixás e Guias Espirituais, possuir os atributos da Fé, amar seu semelhante, não julgar, jamais caluniar, ser um pacificador, estar a serviço do bem e jamais utilizar o seu conhecimento de forma torpe. Estes atributos são posicionamentos éticos para todos que comungam da Fé umbandista.

CANDIDATOS A POLÍTICA NA UMBANDA

A Umbanda exige que todo candidato que se apresente dentro da religião, concorde, se comprometa e assine documento público com o compromisso de seguir a “Carta Magna de Umbanda”. Assumindo sua posição expondo em seu próprio site, blog e em suas redes sociais.

Entendendo que este documento protege a religião de oportunistas e pessoas mal intencionadas.

Para tanto, a religião deve estar apontando qualquer tipo de possível desvio de comportamento do possível representante da religião.

ENSINO RELIGIOSO

A Umbanda indica a inclusão nas matérias de filosofia, história, sociologia, antropologia, incluindo o estudo da Carta Magna de Umbanda como fonte didática e como forma de inclusão social. Assim como as demais religiões, a Umbanda passa a ter um documento que esclarece de forma objetiva, seus postulados.

CONCEITOS – UMBANDA NO MUNDO E JURÍDICOS

A Umbanda é um conjunto de leis que regem a vida e a harmonia do Universo. Como religião ou como ciência, na Umbanda, tanto na prática ritualística material como na esfera espiritual das comunidades umbandistas, só se conhece uma hierarquia: a da evolução de cada Espírito nos diversos planos da criação, e a vibratória estabelecida pelo mérito de cada um. A par do conhecimento perfeito da vida, a Umbanda aproveita o ambiente material fornecido pela vibração humana para abrir o verdadeiro caminho da sabedoria onde se aprende que a verdade ou a realidade final do Universo é imutável. Dentro da concepção de que o aproveitamento material fornecido pelo homem é força ativa indispensável à realização da Umbanda, sobre o médium é que repousa integral responsabilidade, somente excedida pela sua própria compreensão quanto à missão que lhe é, por escolha, auto- imposta. A Umbanda é uma síntese expressiva de Amor, Sabedoria, Respeito, Tolerância e Renúncia, tal qual nos deparamos através do Evangelho de Jesus e dos ensinamentos Crísticos através dos Mestres do Amor que militam a religião. O Umbandista dela se serve como meio de progresso e defesa, mas nunca como instrumento de ataque. Esta síntese de concepção atende tanto a uniformidade das comunidades Umbandistas, como diretamente fica subordinada às manifestações dos diversos planos de criação, quando emanadas de uma determinação superior, única e universal.

A Umbanda esta em vários países, levando a paz e a elevação de uma religião que defende os direitos pela igualdade, respeitando a pluralidade de cada nação. As bases da “Carta Magna de Umbanda” são os princípios seguidos por religiosos de Umbanda pelo Mundo.

A Umbanda como religião ecológica, tem em seus seguidores os defensores da Natureza. Entendemos que os Sagrados Orixás manifestam-se magneticamente com mais intensidade nos sítios vibratórios da Natureza, e aonde vamos constantemente promovendo concentrações para refazimento energético, harmonizações e captação de energias sublimes, nos reequilibrando com as forças da Mãe Natureza.

Observamos que não cabe á nenhum umbandista cultuar despachos que em sua composição vão estar animais sacrificados.
As oferendas votivas realizadas pelos umbandistas no seio da Natureza, além de simples, são, todas, efetuadas com materiais biodegradáveis, que rapidamente se incorporarão ao meio ambiente.

Do ponto de vista administrativo jurídico – A Carta Magna de Umbanda defende a necessidade de organização jurídica e administrativa, no que diz respeito a organização dos Templos e Federações.

DOAÇÃO DE ÓRGÃOS

A Doutrina Umbandista vê com bons olhos a doação de órgãos.

Fazemos das palavras de Chico Xavier, as nossas:
Perguntaram a Chico Xavier se os Espíritos consideram os transplantes de órgãos prática contrária às leis naturais.
Chico respondeu: “Não. Eles dizem que assim como nós aproveitamos uma peça de roupa que não tem utilidade para determinado amigo, e esse amigo, considerando a nossa penúria material, nos cede essa peça de roupa, é muito natural, aos nos desvencilharmos do corpo físico, venhamos a doar os órgãos prestantes a companheiros necessitados deles, que possam utilizá-los com segurança e proveito”.

Mesmo que a separação entre o Espírito e o corpo não se tenha completado, a Espiritualidade dispõe de recursos para impedir impressões penosas e sofrimentos aos doadores. A doação de órgãos não é contrária às Leis da Natureza, porque beneficia, além disso, é uma oportunidade para que se desenvolvam os conhecimentos científicos, colocando-os a serviço de vários necessitados.

CREMAÇÃO

Nada aventamos fundamentalmente contra a cremação.

A cremação é legítima para todos aqueles que a desejem, desde que haja um período de, pelo menos, 72 horas de expectação para a ocorrência em qualquer forno crematório, o que poderá se verificar com o depósito de despojos humanos em ambiente frio. Esse período é necessário, pois existem sempre muitos ecos de sensibilidade entre o Espírito desencarnado e o corpo onde se extinguiu o “tônus vital”, nas primeiras horas sequentes ao desenlace, em vista dos fluidos orgânicos que ainda solicitam a alma para as sensações da existência material.

O sepultamento ou a cremação nada mais representam, para a alma, que a desagregação mais lenta ou mais rápida das estruturas entretecidas em agentes físicos, das quais se libertou.