SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO

Jesus Cristo

Na Sexta-feira da Semana Santa, temos a “Paixão de Cristo”, que representa a entrega de Jesus ao Calvário. A Sexta-feira Santa é um feriado móvel, que serve como referência para outras datas. Para calculá-lo analisa-se a primeira Sexta-feira após a primeira lua cheia, depois do Equinócio de Outono no Hemisfério Sul e Equinócio de Primavera no Hemisfério Norte. Essa data é móvel porque pode ocorrer entre 20 de março e 23 de abril.

Segundo a tradição Cristã, a Ressureição de Cristo aconteceu no domingo seguinte ao dia 14 de “Nissan”, no Calendário Hebraico. Nissan é nome do mês hebraico que representa “primeiros frutos”, pois inicia na Primeira Lua Nova da época da colheita da cevada em Israel. Assim, realizando a contagem a partir do domingo e, sabendo-se que nos costumes judaico e romano contava-se o primeiro e o último dia, a Igreja chega à “Sexta-feira” como dia da morte de Cristo. O nome Nissan é considerado de origem babilônica e na Torá o nome do mês é Abib.

A crucificação de Jesus ocorreu pelas mãos do Juiz Pôncio Pilatos e do Imperador de Roma: Tibério Cláudio Nero César. O crime que condenou Jesus à morte foi escrito em uma placa afixada sobre sua cabeça na cruz: INRI – Iesus Nazarenus Rex Ioderum, ou “Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus”. Jesus carregou a cruz até o lugar da execução e este trajeto público é chamado de “Via Crucis”.
Jesus Cristo foi pregado na cruz mas, por vezes, o condenado era apenas atado a esse instrumento. A crucificação era considerado um método de suplício, pois o tempo de agonia do criminoso era intensamente prolongado. Entre os judeus, algumas vezes, o corpo dos criminosos era pendurados numa árvore ou de cabeça para baixo, como foi o caso de Pedro.

Na oração do terço dentro do Rosário, o mistério de Jesus carregando a cruz representa o “Quarto Mistério Doloroso”. Esse é o mistério que nos faz refletir sobre as cruzes nossas de cada dia. Ao carregar a cruz pelo Calvário, Jesus nos ensina a aceitarmos e a carregarmos nossas próprias cruzes. Quando Maria foi apresentada como a Mãe de Todos Nós (Nossa Senhora) por Jesus, ela assumiu o papel de mediadora entre nós e Jesus.
fonte – umbandaempaz.

Na umbanda respeitamos todas as religiões e doutrinas, e para a Umbanda o significado da Sexta-feira Santa é de extrema importância, pois além do fato de enorme respeito de ser o dia do Calvário de nosso mestre Jesus, também acredita-se que esse é o dia em que os Orixás descem do Orún (mundo espiritual), para conhecer a grande criação de Olorum (Grande Criador, Divino, Deus criador de tudo).

Na noite de quinta para Sexta-feira da Paixão, os seguidores da Umbanda se protegem com seus contra-eguns. Eguns são espíritos que ainda não adquiriram um grau de consciência e muitas vezes ainda nem sabem que desencarnaram, e podem se tornar obsessores.

O Rito de Umbanda na noite de Sexta-feira Santa é o Fechamento de Corpo.
A cerimônia de Fechamento do Corpo é feita na Sexta-Feira Santa na Umbanda, pois é um dia de forte egregora e grandeza energética do planeta. Nessa cerimônia, os Sacerdotes de Umbanda se utilizam do magnetismo de ervas, cristais, pembas consagradas, entre outros para a realização do ritual, assim criando elos com o plano espiritual que emana vibrações, fluídos e energias para a proteção dos encarnados.

Este ritual tem por finalidade de impedir a ação de espíritos manipuladores de energias negativas contra nós seres encarnados, além de nos proteger de males materiais, como ferimentos por armas brancas e de fogo, acidentes, e vários tipos de ferimentos.
Emanando as forças de nosso Pai Ogum (Sincretismo com São Jorge) o grande Cavaleiro de Aruanda, para que com suas forças possa nos amparar por mais um ciclo carnal.

Que esta Sexta-feira da Paixão seja de grande Reflexão a todos nos, utilizando-nos da grande lição que nosso Mestre Jesus nos deixou.
Que Oxalá abençoe a todos nós.
Axé!

EVOLUÇÃO – Pedir ou servir a Espiritualidade?

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É muito comum de se notar, nos lugares onde se praticam as religiões que lidam diretamente com a Espiritualidade (Umbanda, Candomblé, Kardecismo, etc.), pessoas que vão apenas para pedir. E os pedidos são os mais variados que se possa imaginar: cura para enfermidades (físicas e espirituais), melhora de emprego, ou no próprio emprego, pedido para que o relacionamento pessoal seja melhorado (mas tanto o homem como a mulher que integram essa relação não buscam se melhorar). Enfim, esses são alguns dos tipos de pedidos feitos para a Espiritualidade, na intenção de que se realizem.

Servir na Espiritualidade. Para muitas pessoas, a palavra servir traz a ideia de submissão, ser inferior, “semiescravo”, quando, na realidade, revela o quanto o ser que decidiu servir ao próximo, de preferência com AMOR, é elevado e forte. É elevado, pois a sua visão fez com que enxergasse “algo a mais” que a competição nossa do dia-a- -dia gera como normal e imutável. E forte ele também o é para conseguir sustentar “a diferença” que a sua atitude de servir gerou em relação à maioria das pessoas que não servem (nem a nada e nem a ninguém).

EVOLUÇÃO só ocorre quando existem mudanças. Na estagnação, nunca haverá evolução. O que se pede à Divindade? Evolução. Evolução pessoal, evolução da humanidade, evolução do planeta. A gente pede mudanças e acredita, à primeira vista, que as mudanças devem ocorrer no plano físico: mudar de emprego, mudar de casa, etc. Mas as mudanças mais importantes são as mudanças que ocorrem dentro de nós mesmos, as mudanças internas. Mudanças na forma de ver as coisas, na forma de valorizar os grupos aos quais se pertence, na forma de ver a sociedade emque se está e em nossos conceitos.

Podemos dizer, sem sombra de dúvidas, que SERVIR na Espiritualidade é muito melhor que só PEDIR para a Espiritualidade. Toda vez que se PEDE algo, a chance do EGO estar predominando no pedido é enorme. E quando se serve na Espiritualidade, o Ego tende a diminuir muito, pois a própria Espiritualidade nos recebe e nos abraça, para ir nos mostrando, ao longo do tempo, o que precisamos para melhorar, isto sim é EVOLUÇÃO.

Grande Axé á todos os amigos leitores de nosso site.

 

*Textos retirados do Jornal de Umbanda Sagrada colégio Pena Branca.

O carnaval

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O carnaval realizado no Brasil é a maior festa popular do mundo. Grande parte dos foliões brasileiros, no entanto, não conhece as origens e as implicações dessa festa. Para surpresa de muitos, o carnaval é anterior a era cristã. No Egito, na Grécia e em Roma, pessoas de diversas classes sociais se reuniam em praça pública com máscaras e enfeites para desfilarem, beberem vinho, dançarem, cantarem e se entregarem as mais diversas libertinagens.

O carnaval era uma prática religiosa ligada à fertilidade do solo. Era uma espécie de culto agrário em que os foliões comemoravam a boa colheita, o retorno da primavera e a benevolência dos deuses. No Egito, os rituais eram oferecidos ao deus Osíris, por ocasião do recuo das águas do rio Nilo. Na Grécia, Dionísio, deus do vinho e da loucura, era o centro de todas as homenagens, ao lado de Momo, deus da zombaria. Em Roma, várias entidades mitológicas eram adoradas, desde Júpiter até Saturno e Baco.
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Significado das cores

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As cores tem grande influência psicológica sobre o ser humano, pois são captadas pela visão e transmitidas ao cérebro. Consequentemente promovem impulsos e reações em todo o corpo. Algumas cores estimulam, outras tranquilizam, assim, o ser humano aprendeu a usar o significado das cores para passar e receber informações de acordo com suas necessidades.

PRETO
O preto transmite introspecção, favorece a auto-análise e significa também dignidade.
Uma cor com valor de uma certa sofisticação e luxo.
O uso em excesso estimula a melancolia, depressão, tristeza, confusão, perdas e medo. Por isso, na verdade jamais deveria ser usado por pessoas que acabaram de perder um ente querido como sinal de luto.
Preto é a cor do poder, da sobriedade, da hombridade, transmitindo a sensação de sofisticação e elegância.
É a “não” cor, ausência de vibração, cor das pessoas que buscam proteção ou afastamento do seu arredor.
Indicada só para detalhes de acabamento ou objeto, pois pode deixar o ambiente muito escuro, a não ser que esta seja a intenção.
O preto também pode sugerir silêncio. Quando brilhante, confere nobreza, distinção e elegância. Cor preponderantemente masculina.
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Sexta- feira 13

sexta feira treze

O medo específico da sexta-feira 13 de qualquer mês se dá porque as pessoas imaginam que este seja um dia de má sorte.

A superstição foi relatada em diversas culturas. Existem histórias relatadas pela mitologia nórdica.

Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados.

Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses.
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