cachoeira

- Para Kardec, a ação magnética produzida pelo agente encarnado (magnetizador), tanto pode produzir uma modificação nas propriedades da água, quanto no tocante aos fluidos orgânicos (ex: bile, linfa, líquido cefalorraquidiano, saliva, suco gástrico, sangue total, etc).

- O Espírito Lísias explica para André Luiz , que “… a água é veículo dos mais poderosos para os fluidos de qualquer natureza. Aqui (em Nosso Lar), ela é empregada sobretudo como alimento e remédio”.

- Para o Espírito Bezerra de Menezes, “A água, em face da sua constituição molecular, é elemento que absorve e conduz a bioenergia que lhe é ministrada. Quando magnetizada e ingerida, produz efeitos orgânicos compatíveis com o fluido de que se faz portadora”.

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Ferramentas-de-orixas-em-madeira

Muitos guias espirituais usam ferramentas para absorver energias condensadas, atrair ou projetar ondas vibratórias, descarregar os médiuns e os consulentes de energias negativas, etc.

Para muitos que desconhecem os fundamentos da Umbanda, para os que estão iniciando na religião ou mesmo para aqueles que estão apenas visitando um terreiro para tomar um passe, as ferramentas utilizadas pelos guias aparentam ser apenas adereços e símbolos para chamar a atenção e tornar o ritual cheio de pompas.

Mas tudo na Umbanda tem sua razão de ser e existir. Nada é por acaso.

Antes de explicar para que servem as ferramentas utilizadas pelos guias espirituais, vamos conhecer algumas:

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Magna_Carta

A Umbanda é uma religião que crê na existência de um Deus único, inteligência suprema, causa primária de todas as coisas, eterno, imutável, imaterial, onipotente, soberanamente justo e bom, infinito em todas as Suas perfeições.

Cremos na existência dos Sagrados Orixás, responsáveis diretos por toda a criação do universo e sustento do Planeta Terra. Não são deuses, mas sim denominações humanas para uma classe de Poderes Reinantes do Divino Criador.

Cremos na existência e comunicação mediúnica, através de medianeiros preparados para tal tarefa, em trabalhos caritativos em atendimentos fraternos dos Guias Espirituais, os Espíritos Tutelares, também conhecidos como Espíritos Santos de Deus ou Santas Almas Benditas.

Dando por verdade que a Umbanda teve contribuições positivas das religiões e/ou filosofias Espírita, Indígenas, Africanas e do Catolicismo popular, aceitando tudo o que é bom e rejeitando tudo o que não coaduna com as necessidades espirituais religiosas do conceito Umbandista. Entendendo que a Umbanda não se submete a nenhum dogma relacionado às religiões ou filosofias citadas, sendo livre de interferências.

Cremos em Jesus (Oxalá), incondicionalmente, sendo Ele o pilar central da Umbanda, pautando o aspecto doutrinário embasado nos Evangelhos (segundo Marcos, segundo Mateus, segundo João e segundo Lucas) e nos ensinamentos dos Espíritos Crísticos, os Mestres do Amor como via evolutiva para se chegar a uma espiritualidade superior.
Possui sacramentos e ritos próprios de batismo, casamento e fúnebre.

A Umbanda é uma religião de “Culto a Caridade”. Dá ênfase a simplicidade dos rituais, que permite a dedicação integral do tempo das sessões em atendimento fraterno aos que a ela recorrem. Nos atendimentos fraternos está o assistencialismo da Umbanda sempre de forma caritativa.

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outono

O outono chegou!
As noites estão mais frescas e os dias mais claros.
Esta é a estação do ano que faz a ligação entre a luz do verão e a escuridão e vazio do inverno. Uma estação de equilíbrio, na qual a energia é propícia para nos livrarmos daquilo que não nos serve mais, em todos os aspectos.
Também é tempo de gratidão pelos frutos recebidos na “colheita” e de nos prepararmos internamente para o vazio do inverno.

A seguir, algumas dicas para estar em sintonia com a vibração desta estação:

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Conheço pessoas que durante todo o ano deixam de fazer o que querem, subjugam-se a modos de vida, o que para ele é mais prático, porque aparentemente não há tantos embates. Não sentem necessidade de situarem-se com os pés no chão em suas ações cotidianas, pois acreditam que atingiram zonas confortáveis de segurança na rotina das suas vidas, na interdependência do círculo familiar, na eterna tolerância ao tédio no trabalho e aparentes relações amistosas com todos ao redor.

São pessoas que vivem como que na superfície da verdadeira vida. Aqueles que passam a vida a ver as sombras na parede, se formos lembrar do mito da caverna de Platão, revivida em Fernão Capelo Gaivota e na lenda oriental dos peixinhos do tanque.

Só que chega o carnaval, parece que na mente e no íntimo dessas pessoas, ocorre uma espécie de desbloqueio, e todas as barreiras morais e sociais se neutralizam, e elas entram em clima de “vale tudo”, como se fosse uma compensação pelo “comportamento exemplar de todo o resto do ano”. Alegam que “merecem” ser felizes por um dia e caem na folia.
Muitos divertem-se sadia e equilibradamente, apenas usando o momento para abolir as preocupações e afastarem-se das obrigações e responsabilidades diárias nem que seja por uns poucos dias.

Outros, porém, cometem todo o tipo de desvarios, comprometendo-se e às vezes levando outros de roldão em atos de imprudência, selvageria, colocando em risco sua integridade, às vezes a vida.

Tentar resolver ou esquecer os problemas pessoais durante os dias de folia carnavalesca, pode ser o pior caminho que alguém possa tomar.

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