Por que tanta gente na solidão?

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Nem sempre viver na solidão significa estar sozinho. Vocês já observaram como as famílias estão frágeis nesta era?

Pois é, essa fragilidade no estar e decidir sozinho facilita a desestruturação de uma família.

Estamos dominados por uma força que deixa as pessoas totalmente alheias, dando importância só ao que é moderno, não dando atenção às coisas espirituais, alegram-se em direcionar sua vida ao lazer, prazer, divertimento; substituem o SER pelo TER.

Quando os valores cristãos perdem o significado, aguçamos o egoísmo e estilhaçamos a felicidade. Observe:

As famílias vêm se transformando através dos tempos, acompanhando as mudanças, religiosas, socioculturais e econômicas que se encontram inseridas.

Surgiram novas formas de relacionamentos que são família, as monoparental, comunitárias, homossexuais e outras. Isso que todos têm de entender: a estrutura familiar tem de existir apesar das mudanças.

Todo grupo familiar necessita de um apoio religioso para alcançar seu equilíbrio moral, mas nem todos arrumam um tempo para isso.

Não se deve permitir que a busca de status, de dinheiro e dos destaques sociais roubem o equilíbrio da felicidade e da convivência que a família exige.

Os pais devem se manter energeticamente equilibrados para conduzir seus filhos durante seu início de vida. Está acontecendo uma grande degeneração nessa conduta, pois muitos estão mais interessados em seguir exemplos da mídia, estes programas violentos que vemos diariamente desestruturando o ser.

Para se ter uma família unida e feliz, é preciso doar tudo o que temos de amor e se necessitar, uma dose de sacrifício, pois a dor entra onde o amor não consegue brotar.

Saiba que para estruturar uma família, é necessário muito trabalho, sacrifício, paciência, humildade, exemplo, fé e assim, nossa conduta nos levará a ser feliz.

Pode ser bom viver na solidão durante algum tempo, mas a alegria, a saúde, a segurança vem da troca de ideias, do sorriso, do saber que alguém se importa.

Pense nisso com carinho e preservemos mais o bom senso de família!

Por: Márcia Fernandes