SINTOMAS DA MEDIUNIDADE

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Existem três situações em que uma pessoa manifesta os sintomas orgânicos da mediunidade.
► Quando ela ainda não sabe de sua mediunidade e os sintomas são a forma como ela toma conhecimento disso, são a primeira manifestação da proximidade de alguma entidade.
Quando começa a ocorrer a aproximação do fluido energético, a pessoa começa a sentir repentinamente alguns sintomas típicos. Essa aproximação traz normalmente repercussões em todo o organismo, não só na parte mental e psíquica, mas também na parte física. Existem duas soluções para os problemas que possam ocorrer: a preparação espiritual e o desenvolvimento mediúnico.

► A outra situação em que ocorrem os sintomas é no caso de médiuns em fase de treinamento. Nesse caso, faz parte do desenvolvimento que o médium aprenda a conhecer esses sintomas e a lidar com eles.

► A terceira situação em que a mediunidade se manifesta com sintomas orgânicos é quando uma médium, por algum motivo, é atingido por vibrações muito fortes, sejam elas positivas ou negativas.

SINTOMAS DA MEDIUNIDADE

Vamos falar aqui dos sintomas da mediunidade nos casos que a pessoa ainda não tem ciência do seu dom Espiritual.

Ao penetrar no organismo, o fluido energético entra pelo alto da cabeça (Coroa mediúnica) e se ramifica, atingindo dois pontos fundamentais: o chacra mediúnico ou frontal, na testa, e a glândula pineal, na nuca, que são os pontos vitais dentro da faixa vibratória do médium.

Assim, o fluido atinge primeiramente o sistema nervoso central, penetrando no cérebro. Por isso, o primeiro sintoma é um aceleramento geral do organismo do médium. É muito comum que ocorra o aceleramento dos batimentos cardíacos e das pulsações; Pode ocorrer também um ligeiro descontrole nervoso ou até mesmo um descontrole total do médium.

Outro sintoma inicial comum é a dor de cabeça, frontal ou na nuca ( os dois pontos de entrada da vibração ). O fluido pode as vezes atuar em uma parte do rosto, produzindo uma nevralgia em um dos lados da face, o entupimento da narina desse  mesmo lado. A enxaqueca é causada pela vibração que permanece no organismo e não há remédio para ela, que só se alivia com o tempo. Os remédios podem apenas torná-la um pouco mais suportável.

Depois de passar pelo cérebro, o fluido desce e se aloja no chacra gástrico, para depois ser eliminado pelas antenas superiores ( braços ), e inferiores ( pernas e pés ). Enquanto está nessa região, o fluido pode causar náuseas, vômitos, soluços, azia e mal estar geral, pois atua no chacra e comprime as paredes dos órgãos da região.

 

OUTROS EFEITOS DA PRESENÇA DO FLUIDO NO ORGANISMO

Os sintoma clássicos, é o suor excessivo, provocado pelo descontrole do sistema nervoso simpático. Esse suor é notável nas axilas e principalmente nas mãos, que ficam frias e úmidas. Os pés podem também ficar gelados, enquanto as maças do rosto ficam muito quentes e as orelhas ardem.

Do ponto de vista psíquico, a pessoa fica completamente instável, passando de uma grande alegria para uma tristeza profunda, uma sensação de melancolia e solidão íntima. É muito comum que, nessa fase aconteça uma depressão e que a pessoa se sinta sozinha no mundo. A depressão é sempre precedida por  um aceleramento, uma fase de irritabilidade, na qual a pessoa procura ferir com palavras ou gestos as pessoas de quem mais gosta.

Na fase de aceleramento do cérebro pela presença da vibração, a pessoa fica ansciosa, agitada e estressada, ocorrendo tipicamente a perda do sono. Na fase depressiva, ao contrário, quando as vibrações são reduzidas, a uma perda de ectoplasma, de força vital, e o organismo fica depalperado; o resultado é a tendência para o sono profundo.

Outros sintomas psíquicos que aparecem constantemente são as fobias. É comum que a pessoa tenha medo de tomar um remédio receitado por um médico, por pensar que ele fará mal; também pode ter medo de se alimentar, pode apresentar claustrofobia ( medo de lugares fechados ) e incapacidade para permanecer em lugares barulhentos, muito quietos ou grandes.

É muito comum a perda do apetite: a pessoa com excesso de fluido, tanto positivo como negativo, sente-se suprida de energia e perde o interesse na alimentação, comendo muito pouco.

É frequente uma sensação desagradável de perda de equilíbrio, durante a qual a pessoa sente como se o chão não fosse fixo e como se ela estivesse flutuando no ar, entrando em um vácuo.

Além de se alojar no chacra gástrico, o fluido que penetrou no cérebro desse pela medula, percorre a coluna, atua sobre o chacra lombar e continua descendo, indo localizar-se nas pernas. Por isso, são frequentes as dores e as sensações de peso e fraqueza nos ombros, na região lombar e nas pernas.

 

FEBRE MEDIÚNICA

A febre mediúnica nada mais é do que uma reação do organismo ao fluido que nele penetrou, ou seja, á irradiação vinda de alguma entidade espiritual. Ela acontece porque o fluido, ao penetrar no corpo, atua sobre as moléculas que, por sua vez, estimulam o sangue que elas compõe. Usando uma expressão popular, o sangue “esquenta”, aumentando a circulação nas artérias e veias. Isso pode ocasionar de imediato o aumento da temperatura, além dos sintomas de mediunidade já visto.

A febre mediúnica não deve ser confundida com uma febre orgânica, originária de alguma infecção. Consiste em um leve aumento da temperatura corporal, nunca acima de 38° graus acompanhada de outros sintomas que variam conforme a origem da febre.

Dependendo das condições do médium é do tipo de influência espiritual recebida, a irradiação que origina a febre pode ser de três tipos. Em cada um dos casos, o significado da febre é diferente, podendo variar também os sintomas e as medidas necessárias para a recuperação.

 

AXÉ IRMÃOS!


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