NOSSA SENHORA APARECIDA

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LOUVADA SEJA  NOSSA SENHORA APARECIDA!! 12 de Outubro.

Olá, Irmãos!
Somos filhos da Umbanda, e temos muita fé e devoção por está amada Mãe.
Os irmãos que queiram compartilhar desta egregora maravilhosa, ao Meio dia de hoje faça uma prece com o coração e com Fé.
A baixo um pouco sobre a historia de Nossa Senhora Aparecida.

O rio Paraíba, que nasce em São Paulo e deságua no litoral fluminense, era limpo e piscoso em 1717, quando os pescadores Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves resgataram a imagem de Nossa Senhora Aparecida de suas águas. Encarregados de garantir o almoço do conde de Assumar, então governador da província de São Paulo, que visitava a Vila de Guaratinguetá, eles subiam o rio e lançavam as redes sem muito sucesso próximo ao porto de Itaguaçu, até que recolheram o corpo da imagem. Na segunda tentativa, trouxeram a cabeça e, a partir desse momento, os peixes Continuar lendo

Dia 12 de outubro é dia de Oxum?


Devido ao sincretismo religioso adotado pela grande maioria dos terreiros em nosso pais, existem algumas divergências quanto a data correta de homenagem à Oxum. No Rio de Janeiro o sincretismo se dá com Nossa Senhora da Conceição, na Bahia, com Nossa Senhora das Candeias e em São Paulo, Nossa Senhora de Aparecida. Como se tornou hábito seguir o calendário católico para as homenagens sincréticas, o dia 12 de Outubro consagrado à Padroeira do Brasil passou também a ser o dia escolhido para nossos festejos à deusa das águas doces.

Há, evidentemente, muitas criticas quanto a essa falta de padronização em nossas datas umbandistas, já que muitas casas programam seus trabalhos em dias diferenciados até mesmo para fugir da comparação com a Igreja. Podemos sim, utilizar a data do santo católico para fazer nossas oferendas ao orixá correspondente. Acredito que a egrégora formada por milhões de pessoas vibrando por uma energia positiva, seja ela de um orixá ou de um santo católico apenas acrescenta à nossa fé sem desmerecer a nenhum lado e fortalecendo a tradição herdada de nossos antigos.

Já disse algumas vezes que nada tenho contra o sincretismo e até o defendo, não consigo tirar do meu congá as imagens católicas já arraigadas no contexto de nossos trabalhos. Claro que sempre explico aos médiuns as diferenças existentes entre um orixá e um santo, isso é fundamental quando nos propomos a estudar e vivenciar a Umbanda, mas esquecer tradições? Nunca! Eu não faço!
Então louvemos de coração aberto nosso orixá e nossa Padroeira, ambas, mães de todos nós!

Ora Ie ie Oxum!

LUIZ CARLOS PEREIRA – http://aumbandacomoelae.blogspot.com.br/