Manifesto da Terra Mãe – Uma carta enviada em 1855 pelo Cacique Seattle ao Presidente dos Estados Unidos

indio_magia

Costuma-se colocar a cultura do Índio como algo atrasado, por não ter evoluído, tecnologicamente falando, no mesmo ritmo do Europeu conquistador, mas o que vemos é um povo que, acima de tudo, tinha uma ética natural bem definida e profundo respeito pela natureza, através da qual reconhecia a presença Divina manifesta. No texto que segue temos um fato que nos serve de sólida referência.

Espero que com este texto se alcance uma ideia melhor dos valores do índio, que permeiam todas as culturas indígenas das três Américas, muitos destes valores poderiam fazer deste mundo um mundo muito melhor, no qual o homem alcançaria uma compreensão maior da natureza e de como relacionar-se com Ela, a Mãe Natureza.

Creio sinceramente que a linha dos caboclos na Umbanda, para além de um grau, de nomes e falanges, tem este valor a oferecer. Quanto ao texto abaixo creio que podemos, tranquilamente, considerá-lo um texto sagrado para a Umbanda.
Uma boa leitura a todos.
Continuar lendo

Mediunidade e saúde

caridade 22

De acordo com a OMS, saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença. Ter saúde, então, seria ter qualidade de vida, com uma rotina equilibrada, boa alimentação, tranqüilidade, além de emoções e mente em harmonia. Parece utópico dentro da realidade de hoje, principalmente nas grandes cidades, não? A prática da mediunidade também tem muito a ver com isso. Como ser um bom médium com o corpo doente, sentindo dores, ou mal estar? Ou com o emocional desequilibrado, vibrando irritação, mágoa, tristeza, ódio? Ou com a mente inquieta, cheia de problemas, preocupações, vícios? Cuidar do corpo, da mente, das emoções e do espírito é o que todos nós deveríamos fazer, e é essencial para quem trabalha mediunicamente.
Continuar lendo

A preguiça mental e espiritual

preguica_madu-lopes

Preguiça é algo real que nos distancia de nosso caminho pessoal.Muitos se tornaram distantes de si mesmos por preguiça mental,preferem entregar a inércia,pois para melhorar é preciso analisar-se e isso dá trabalho,dói e exige uma tomada de posição.Na adolescência,acreditamos piamente que seremos melhores do que nossos pais,no entanto com o tempo,vamos fazendo as mesmas concessões que eles fizeram na vida,indo ao encontro das mesmas insatisfações e frustrações.

Vivemos em uma inércia alimentada por indução magnética,algo como um processo de “osmose” em que, sem nos darmos conta,vamos nos tornando iguais a nossos pais por comodismo,pois,afinal,eles já abriram o caminho para nos tornarmos iguais a eles.Há bem pouco tempo,o filho de um sapateiro acabaria sendo sapateiro também,independente se isso lhe agradaria ou não,pois foi o melhor que seu pai pôde fazer.E,como era apenas a continuidade dos seus pais,só lhe restava dar continuidade ao que ele começou.mas isso não precisava ser assim.
Continuar lendo

Mediunidade, Incorporação e Meditação

Mediunidade 2

Hoje eu pretendo falar um pouco sobre meditação e sobre Deus. A ideia de falar sobre meditação como uma ferramenta junto da mediunidade e a favor de uma qualidade de vida.

Para dar inicio uma história que era contada por Bruce Lee, sou admirador e gosto muito de artes marciais, o Kung-Fu tem uma base chinesa que se inspira muito no Taoismo e no Confucionismo, evocando a sabedoria milenar destas tradições. Vamos ao conto oriental:

Um lenhador estava na mata cortando arvores (provavelmente o mesmo mestre lenhador da outra historia…), estava cortando arvores com o seu machado e ele pressentiu um movimento, algo se aproximando. Eu não sei quem assistiu o seriado “Lost”, mas me faz lembrar um pouco aquela fumaça negra do Lost que ia entrando na mata; e esse lenhador estava na mata, ouviu um barulho chegando. Ele percebeu algo chegando… viu um dragão se aproximar… um dragão de verdade, enorme, assustador… soltava fumaça pelo nariz, fogo pela boca e o lenhador pensou:
Continuar lendo

Somos Muitos

maos dadas

Somos muitos, acreditem, somos muitos mesmo. Vamos começar a assumir esta identidade umbandista.

Não precisa ser fanático e querer converter todo mundo, apenas faça o teste de não esconder que é umbandista e ficará surpreso em ver que muitas pessoas são umbandistas e muitas, mas muitas mesmo, têm muita curiosidade de falar sobre Umbanda.

Afinal, para falar mal, já tem muita gente… e para falar bem, só temos nós os praticantes. Se nós nos omitirmos, sobrarão apenas os milhões que já falam mal. Então adote esta ideia: falar bem da Umbanda sempre que tiver uma oportunidade, mas sem ser o chato ou a chata que só quer falar o tempo todo de Umbanda, mesmo para quem não quer ouvir.
Continuar lendo