CONSELHOS PARA TER UM BOM DIA!

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-Abrace fortemente a quem você ama e a teus amigos, aos desconhecidos que são amigos distantes, abrace-os também.
Não tenha medo da vida e nem se esconda em suas dobras porque senão ela acaba moendo seus sonhos.
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SE TORNAR UM FILHO NA UMBANDA

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A Umbanda não discrimina qualquer religião, desde que seja voltada a promoção do bem e da bondade. Mesmo aquelas que se opõe as práticas umbandistas, ainda essas não devem ser repelidas pelos filhos, desde que, como a Umbanda, tentem trazer luz a esse mundo tão carente dela.Esse é um dos fundamentos: a não discriminação de religiões enquanto estiverem no caminho do bem. Continuar lendo

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Olá, amigos e irmãos de fé!
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O Templo de Umbanda Caboclo Ubirajara fica situado a Rua Pascoal Ganeo 1047, Centro, Santa Cruz da Conceição – SP.
Atendimentos aos sábados as 19h30min.
A casa foi fundada em Março de 2002, tem como dirigente Espiritual
Pai Carlos d’ Oxóssi, seguindo os rituais de Umbanda ditados pelo Caboclo Ubirajara Peito de Aço, guia chefe desse terreiro.
Nosso Templo visa amparar e auxiliar todos aqueles que buscam se reencontrar nos caminhos de Nosso Pai Celestial.

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OXALÁ

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Orixá masculino, de origem Ioruba (nagô) bastante cultuado no Brasil, onde costuma ser considerado a divindade mais importante do panteão africano. Na África é cultuado com o nome de Obatalá. Quando porém os negros vieram para cá, como mão-de-obra escrava na agricultura, trouxeram consigo, além do nome do Orixá, uma outra forma de a ele se referirem, Orixalá, que significa, orixá dos orixás. Numa versão contraída, o nome que se acabou popularizando, é OXALÁ.

Esta relação de importância advém de a organização de divindades africanas ser uma maneira simbólica de se codificar as regras do comportamento. Nos preceitos, estão todas as matrizes básicas da organização familiar e tribal, das atitudes possíveis, dos diversos caminhos para uma mesma questão. Para um mesmo problema, orixás diferentes propõem respostas diferentes – e raramente há um acordo social no sentido de estabelecer uma das saídas como correta e a outra não. A jurisprudência africana nesse sentido prefere conviver com os opostos, estabelecendo, no máximo, que, perante um impasse, Ogum faz isso, Iansã faz aquilo, por exemplo.

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