Que Deus é esse?

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Somente, através do mecanismo reencarnatório, poderemos entender o porquê de centenas de jovens, uns estudantes, outros recém formados, tiveram que deixar a vida de uma maneira tão trágica.

Que Deus é esse? Certamente alguns pais, parentes e amigos desses jovens questionaram diante do desespero na hora do adeus aos entes queridos. E, naturalmente sob afirmações, entre um soluço e outro: meu filho, minha filha, meu amigo, minha amiga era tão bom!. Por que Deus permitiu que isso acontecesse?

No entanto, aqueles pais espiritualizados, e que através dos ensinamentos espiritualistas aprenderam conciliar a teoria com a pratica; apesar da dor profunda da separação física souberam compreender os desígnios de Deus. Ainda que anestesiados pela saudade que levará algum tempo para ser amenizada.
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Relacionamentos Cármicos

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Todos nós experimentamos, em algum momento de nossas vidas, relacionamentos com pessoas que conhecemos em outras vidas e com as quais experimentamos emoções intensas, um em relação ao outro.

A característica de um relacionamento cármico é que os parceiros carregam emoções não resolvidas dentro de si, tais como culpa, medo, dependência, ciúme, raiva ou algo do tipo. Devido a essa “carga” de emoções não resolvidas, eles se sentem atraídos um para o outro, em outra encarnação.

O objetivo do reencontro é proporcionar uma oportunidade para se resolver o problema em questão. Isto acontece recriando-se o mesmo problema em um curto espaço de tempo.

Quando os parceiros se conhecem, logo sentem uma compulsão de estar mais perto um do outro, e depois de algum tempo, começam a repetir os padrões emocionais dos seus antigos papéis. Então, o palco está armado para que ambos enfrentem um antigo problema de novo, e TALVEZ lidem com ele de uma forma mais amadurecida e iluminada.

O propósito espiritual do reencontro, para ambos os parceiros, é que possam fazer escolhas diferentes das que fizeram naquela vida passada.
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Carma ou Mérito?


PERGUNTA: A incumbência de dirigente de Umbanda, como denominam popularmente de Pai ou Mãe de terreiro, é carma ou mérito?

VOVÓ BENTA: Nega véia costuma dizer que a maioria dos presentes que ganhamos tem o papel do pacote mais bonito do que o conteúdo. E esse é um deles. O médium que recebe da espiritualidade a missão de dirigir um agrupamento de outros médiuns, o faz, em primeiro lugar por necessidade de evolução e em segundo lugar porque possui a confiança daqueles que lhe dão tal incumbência.

Vamos falar daqueles que receberam a missão do plano espiritual, projeto realizado antes de sua encarnação na terra e não daqueles dirigentes ” feitos” em cursos.

Tarefa mediúnica das mais difíceis e que exige dedicação total daquele espírito reencarnado, além de dose extrema de paciência, perseverança, humildade e amor. Mas ao mesmo tempo, exige dele também pulso firme e forte personalidade para impossibilitar que sua colheita seja prejudicada pela invasão das pestes.

A dificuldade de cumprir a tarefa de dirigente sempre se acentua dentro do terreiro, com os médiuns e muito pouco na caridade com o povo. Todo médium de tarefa, é um ser encarnado para curar seu espírito endividado e o terreiro é o hospital onde vai se internar por um longo tempo de sua vida na terra. Sabemos que a maioria dos pacientes são impacientes, não é mesmo? E aí é que complica!
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Karma e Dharma

A palavra de origem sânscrita “KARMA” significa em si mesma, lei de ação e conseqüência.
O KARMA (kar= agir, fazer ; ma= efeito, ação) tem como significado básico “Ação”, que gera uma reação, o que mais tarde Newton traduziu como uma das leis básicas da física: “toda ação corresponde a uma reação igual e em sentido contrário”.
Dessa forma, o karma pode ser considerado como o destino, a colheita, conseqüência do que nós mesmos criamos e semeamos. Expressa, portanto , o encadeamento das causas e efeitos, garantia da ordem do universo.
Mas como o karma é a própria formação do destino (do latim destinare= fixar previamente, determinar com antecipação), temos nosso destino nas mãos, não precisamos temer o novo, pois temos o livre-arbítrio para conquistá-lo.
O DHARMA, palavra que significa lei, dever, direito, justiça, designa a bagagem moral, intelectual e espiritual que o homem possui na vida presente, fruto do trabalho evolutivo de encarnações anteriores. É o resultado da aquisição individual em material pronto para se expandir. É o potencial para a vivência do karma.
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Karma e Dharma

A palavra de origem sânscrita “KARMA” significa em si mesma, lei de ação e conseqüência.
O KARMA (kar= agir, fazer ; ma= efeito, ação) tem como significado básico “Ação”, que gera uma reação, o que mais tarde Newton traduziu como uma das leis básicas da física: “toda ação corresponde a uma reação igual e em sentido contrário”.
Dessa forma, o karma pode ser considerado como o destino, a colheita, conseqüência do que nós mesmos criamos e semeamos. Expressa, portanto , o encadeamento das causas e efeitos, garantia da ordem do universo.
Mas como o karma é a própria formação do destino (do latim destinare= fixar previamente, determinar com antecipação), temos nosso destino nas mãos, não precisamos temer o novo, pois temos o livre-arbítrio para conquistá-lo.
O DHARMA, palavra que significa lei, dever, direito, justiça, designa a bagagem moral, intelectual e espiritual que o homem possui na vida presente, fruto do trabalho evolutivo de encarnações anteriores. É o resultado da aquisição individual em material pronto para se expandir. É o potencial para a vivência do karma.
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