Campo Mediúnico do Médium


Todos sabemos que um ser humano, uma planta, um mineral e muitos animais não racionais possuem uma aura que os envolve, protegendo-os do meio exterior. Assim como sabemos que esta aura também é refletora da energia interior dos corpos inanimados. Nos seres vivos, é a refletora dos sentimentos e dos padrões energo-magnéticos e está intimamente relacionada com o campo emocional.

O campo mediúnico inicia-se no corpo elementar básico e expande-se uniformemente ao redor dele por aproximadamente uns trinta centímetros, e até uns setenta, no máximo. Este campo mediúnico ou eletromagnético é comum a todos os seres humanos, independente de sua formação cultural ou religiosa. E aqui nos limitaremos só aos seres humanos.

O fato é que este campo eletromagnético tem sua sede no mental, que é a “coroa” ou chacra coronário, iniciando-se ao seu redor e derramando-se em torno do corpo elemental básico. “Elemental” porque é elemento puro, e básico porque é o primeiro “corpo” que o ser humano teve formado num estágio virginal onde evoluiu.
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Desenvolvimento Mediúnico

Para todos os mediuns de Umbanda, sabemos como o desenvolvimento é difícil…. Ah, é realmente difícil, quando fazemos a comunicação não sabemos se estamos loucos ou nos deixamos envolver pela emoção de ouvir o som dos atabaques e começar a soltar o corpo.
– Será que sou eu? Estou ouvindo tudo… Nossa, que vergonha, o que estou fazendo?
Esses e outros diálogos são muito comuns no início do desenvolvimento umbandista, inicia-se aquele aglomerado de dúvidas, de incertezas fazendo com que não tenhamos mais convicção daquilo que queremos, muitas vezes pensei em desistir, porque achava que estava ficando maluco ou estava fingindo. Como realmente é difícil o desenvolvimento.
Mas de repente, você vendo tudo aquilo acontecer e o seu sacerdote lhe designa para um passe, de repente, você começa a agir e segurar a boca, comumente ouvimos “Não tenho permissão para falar”, mas você está ali, dando o seu passe.
De repente você percebe que a pessoa sai melhor, hummmm… Será que foi eu?
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