O dia de finados na visão Espirita


O culto aos mortos, precisamente àqueles que se encontravam no purgatório, à espera do dia do julgamento final, foi estabelecido inicialmente por Odilon, Abade de Cluny, da Ordem dos Beneditinos, no final do século X e, em seguida decretado pela Igreja de Roma com o nome de Finados, a ser comemorado no dia 2 de novembro de cada ano, logo após o dia de Todos os Santos.

É, portanto, um convencionalismo que, em princípio, não foi determinado que ocorresse nos cemitérios. Só com o tempo é que a prática adquiriu sofisticação e se fez acompanhar com velas e lágrimas, no local das catacumbas e dos mausoléus.

Também não possui o culto dos mortos nenhum amparo escriturístico, embora ele se tenha verificado de maneiras diversificadas no seio de todos os povos das eras mais remotas.
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Onde foi que errei?

Tristeza

É bem curioso isso. As pessoas mergulham num mundo materialista, consumista, ilusório, sem amor, sem vida, sem contato com a natureza…

Os relacionamentos são superficiais, não há afeto, não há reciprocidade, somente se usa o outro, se mente ao outro, se tenta controlar o outro.

As pessoas valem mais pelas palavras que proferem, do que pelas atitudes que têm; valem mais pela imagem que projetam, do que pela sua essência, valem mais pelo que possuem do que pelo que são. Preferem ouvir músicas altíssimas para não ouvir a si mesmos e os anseios mais íntimos do seu coração.
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O grande Mal


Hoje em dia há dezenas de bons livros que nos trazem os alertas e os ensinamentos para que não nos deixemos cair nas redes obsessivas. Sabemos que tanto podemos ser vítimas de antigos algozes de vidas passadas, como por algo que estejamos fazendo na existência presente, principalmente se estamos praticando o Bem e a Caridade, pois isto incomoda os que querem obstaculizar o progresso do Planeta. Há também problemas complicados que levam a auto-obsessão, resultante de paixões, medos excessivos, vaidades.

A obsessão é silenciosa, melíflua, se enraíza onde houver terreno fértil. O perigo se encontra, quando o Ego supera a Consciência, quando os problemas cotidianos toldam a verdadeira meta da vida, que é o caminho pessoal evolutivo, é a compreensão da jornada do próprio espírito e a busca da superação das dificuldades, transmutando incapacidade em habilidade, ignorância em proficiência.
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Refazendo caminhos


Com o passar dos anos ficamos cada vez mais conscientes da necessidade de vivermos com simplicidade…Compreendemos ser este o caminho mais seguro de encontrarmos o bem estar físico e espiritual.

Viver com o essencial nos dá uma sensação de liberdade e conforto muito acima das aquisições materiais, sejam objetos pessoais ou equipamentos modernos que ocupam espaço físico, sem ter nenhuma necessidade real em nossa vida.

Todo ser humano necessita criar em torno de si espaços, janelas, aberturas ou frestas que lhe permitam ver as coisas em torno de si e aprender a olhar seu mundo íntimo. Vivemos distraídos com o que é transitório e efêmero, esquecidos de que o melhor seria observar atentamente o que nos torna felizes.
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