O dia de finados na visão Espirita


O culto aos mortos, precisamente àqueles que se encontravam no purgatório, à espera do dia do julgamento final, foi estabelecido inicialmente por Odilon, Abade de Cluny, da Ordem dos Beneditinos, no final do século X e, em seguida decretado pela Igreja de Roma com o nome de Finados, a ser comemorado no dia 2 de novembro de cada ano, logo após o dia de Todos os Santos.

É, portanto, um convencionalismo que, em princípio, não foi determinado que ocorresse nos cemitérios. Só com o tempo é que a prática adquiriu sofisticação e se fez acompanhar com velas e lágrimas, no local das catacumbas e dos mausoléus.

Também não possui o culto dos mortos nenhum amparo escriturístico, embora ele se tenha verificado de maneiras diversificadas no seio de todos os povos das eras mais remotas.
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Existe o pensador, ou apenas o pensamento?

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“O pensamento-eu é a fonte de todos os pensamentos.

A mente só vai se dissolver através da autoinvestigação “Quem sou eu?”. O pensamento “Quem sou eu?” destruirá todos os outros pensamentos e depois destruirá a si mesmo também. Se outros pensamentos surgirem, devemos perguntar a quem esses pensamentos ocorrem, sem tentar completá-los. Que importa quantos pensamentos surgem? Na medida em que cada pensamento surgir, devemos estar vigilantes e perguntar para quem ele ocorre. A resposta será “para mim”.

Se você perguntar “quem sou eu?”, a mente então voltará à sua Fonte. O pensamento que surgiu também desaparecerá. À medida que você praticar dessa forma mais e mais, o poder da mente de permanecer em sua Fonte aumentará.
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O grande Mal


Hoje em dia há dezenas de bons livros que nos trazem os alertas e os ensinamentos para que não nos deixemos cair nas redes obsessivas. Sabemos que tanto podemos ser vítimas de antigos algozes de vidas passadas, como por algo que estejamos fazendo na existência presente, principalmente se estamos praticando o Bem e a Caridade, pois isto incomoda os que querem obstaculizar o progresso do Planeta. Há também problemas complicados que levam a auto-obsessão, resultante de paixões, medos excessivos, vaidades.

A obsessão é silenciosa, melíflua, se enraíza onde houver terreno fértil. O perigo se encontra, quando o Ego supera a Consciência, quando os problemas cotidianos toldam a verdadeira meta da vida, que é o caminho pessoal evolutivo, é a compreensão da jornada do próprio espírito e a busca da superação das dificuldades, transmutando incapacidade em habilidade, ignorância em proficiência.
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