Doutrinação – 03/12/11

Todos os dias somos chamados pela vida para servir de esclarecedores de alguém, quer no circulo familiar, quer no meio de nossas relações sociais e profissionais. E não regateamos conselhos.
Quando nos aproximamos dos círculos de trabalhos e estudos do espiritismo, esses mesmos exercícios a que nós confiávamos alcançam novas dimensões. Somos então, impelidos a esclarecer não apenas a encarnados, mas desencarnados também.
Mas o que antes fazíamos despreocupados, partindo do principio que deveríamos aconselhar amigos, sem considerar seu grau evolutivo e seus compromissos com a espiritualidade, já agora nos obriga ao aprendizado. Descobrimos que não basta apenas aconselhar, mas que precisamos aconselhar bem. E bem aconselhar será, em todas as circunstâncias, examinar os que nos rogam orientação para atendê-los dentro de seu plano de compreensão. O homem do alem, sem esclarecimento, continua sendo homem.
É normal, portanto, que ele nem perceba que passo pela transformação orgânica da desencarnação, pois ainda registra todas as sensações habituais de quando encarnado, e este “sentir-se vivo” é inteiramente diverso do que ele imaginava alem tumulo.
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