Ao Mistério Exu Caveira: Um Brinde a Morte

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Pelo seu sorriso que encanta e acalenta o final de todos os ciclos. Pelo seu toque, que cria condições para que tudo possa renascer. Pela doçura do medo que vós desperta, em todos aqueles que se iludem com o ato de viver. Pela oportunidade que ecoa da escuridão do seu manto ébano.

Neste momento, presente e sublime, erguemos o cálice da consciência, brindando a morte!

Pela morte de todos os nossos vícios: emocionais, mentais, espirituais, condicionais, sociais e materiais. Sejam eles de ordem química ou energética.
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Calunga Pequena

Aqueles que acreditam nas Forças da Natureza e no Poder dos Orixás, sempre que adentram em um santuário da Natureza, devem prestar respeito e reverência, seja ao entrar na mata, diante da cachoeira, à beira da praia, frente às ondas do mar, no sopé de uma montanha e mesmo no campo santo, morada de tantos espíritos, no portal dos mundos.
O médium de Umbanda, ao entrar na Calunga pequena, isto é, no cemitério, deve pedir licença ao Pai Omulu, em primeiro lugar, depois a Ogum Megê e finalmente ao Exu guardião daquele local, para ao sair dali, voltar em Paz para seu lar, sem levar energias pesadas ou carregar espíritos sofredores.
Se sabemos que há habitantes, temos até por educação, entrar com cuidado e respeito. Alguns utilizam guias de aço, guias contra-egum para entrar, não só em cemitérios, como em outros locais de energias pesadas, como os hospitais.
Porém, o fato de absorvermos miasmas do ambiente ou sermos seguidos por espíritos sofredores ou obssessores, pode ou não acontecer, dependendo de como estivermos vibrando, já que somos poderosos atratores de energias afins, de modo que nossos pensamentos elevados, o teor vibratório de nossos espíritos, além do poder da oração, não permitirão que levemos para casa as energias mais densas.
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