TER RELIGIÃO

Religião – No latim, religio designava “respeito”, “reverência”. A palavra deriva de relegere, em que re-, “de novo”, está associado ao verbo legere, “ler”, abrigando o sentido de “tomar com atenção”. Uma pessoa vive a religião quando cuida verdadeiramente de algo muito importante, algo que deve ser cultuado.

Ter religião é acreditar naquilo que você segue!

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REFLEXÃO DE TERREIRO

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Quem não está para doar também não está para receber…
Todos querem…
Todos querem incorporar a Ibeijada mais fofa, o Caboclo mais forte, o Pai-Velho mais sábio, o Exu ou Pomba Gira mais temível.
Poucos incorporam as Doutrinas, os ensinamentos, os alertas, os conselhos, as recomendações…
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CUIDADO COM A MEDIUNIDADE MAL ORIENTADA!

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A falta de doutrina e de comprometimento que existe, em muitas casas espiritualistas, coloca em risco a saúde física e psicológica dos médiuns.
Para se ter ideia, há casas que iniciam qualquer pessoa que tenha vontade em trabalhos de desenvolvimento mediúnico de incorporação somente para mostrar a todos uma corrente cheia de médiuns,acreditando demonstrar poder. E as pessoas que começam a frequentar os trabalhos, por não terem a menor noção do que é certo ou errado, se submetem a tudo que acontece,sem saber o que realmente é correto.

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DO CATIMBÓ AOS TERREIROS, PRAZER SOU ZÉ PELINTRA!

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Antes de surgir na Umbanda, inclusive antes mesmo da Umbanda nascer, a personificação de Zé Pelintra já se apresentava no Catimbó (norte do país) e nas Macumbas Cariocas.
No Catimbó ele era entendido por meio dos mitos e lendas sobre sua suposta vida e nessa manifestação traz consigo um traje mais simples do que o visto na imagem popular em que ele usa terno e sapatos brancos e na cabeça carrega um chapéu panamá.No Catimbó ou na Jurema Sagrada, Zé usa chapéu de palha e cachimbo de angico, é um homem forte, robusto e joga capoeira como ninguém.

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Altar ou Congá


Mais importante que ensinar a fazer um altar é explicarmos o fundamento que possui o altar e como ele funciona. Materialmente, quando olhamos um altar, vemos uma única “mesa” reta, ou em degraus, com vários elementos como velas acesas, pedras, ervas, estatuas, ferramentas de trabalhos ritualísticos, religiosos e magísticos.
O objetivo de se ter um altar em casa, ou num templo religioso, é que ele se torna um ponto de força poderoso para o local, funcionando como um portal, irradiador de energias positivas e facilitando o contato com esferas espirituais e dimensões paralelas a nossa, o que já é fundamento.
Velas: podemos dizer que as velas dão vida ao altar, assim como nosso Criador nos deu uma centelha divina que carregamos em nosso ser imortal. A vela tem o objetivo de captar as irradiações positivas que chegam de forma vertical (do alto) e as coloca na horizontal, assim nos deixando de frente com o Criador e as divindades que nos assistem.
As velas colocadas (firmadas) com amor e fé estabelecem um elo de ligação maior e abrem o acesso à dimensão divina habitada por entidades, assim como a vela do “anjo de guarda” fortalece a influência benéfica que o mesmo exerce sobre nós.

Estátuas: ajudam a elevar as vibrações mentais, pois ao olhar para elas começamos a nos lembrar da doutrina salutar e os ensinamentos associados, aumentando a conexão da pessoa com tudo o que a estátua representa, principalmente qualidades divinas do Criador.

Pedras: são condensadoras de energia e possuem vibrações únicas, podendo trazer a força da natureza e dos sítios aos quais foram retiradas para dentro do ambiente e têm ligação com encantados da natureza que trabalham para a harmonização das vibrações do planeta. Diferentes pedras trazem energias diversas, por isso devemos estudá-las para conhecê-las.

Água: é o principio da vida e da geração é o melhor veiculo para o trato interno de nosso corpo. Podemos pedir às divindades que nos assistem para fluidificarem a água durante um ritual feito com fé e amor, onde ela passa a absorver essências etéricas que muito nos ajudarão em todos os sentidos.

Toalha: serve para manter a pureza onde tudo se encontra. No geral, se utilizam toalhas brancas, por ser esta cor irradiadora de todas as outras. Se vamos direcionar todo um trabalho para uma divindade especifica, podemos adotar a cor para a toalha do altar também.

Flores e as Ervas: trazem as essências balsâmicas e curadoras, que agem tornando o ambiente muito mais “leve” e benéfico e fazem a ligação com o “espirito coletivo” ao qual fazem parte. Se bem tratadas, aumentam nosso beneficio em sua convivência.

Os utensílios religiosos e magísticos, como colares de contas, espadas, cálices, podem ser consagradas e ter no altar um local seguro para sua purificação, a partir de onde recebem uma força e sentido único.

Para concluir, podemos dizer que encontramos na natureza os mais potentes altares, que são os pontos de força da natureza os mais potentes altares, que são os pontos de força da natureza, altares naturais, consagrados às energias e forças do Criador que se encontram ali em maior quantidade, revelando a presença das divindades afins. São eles:
* O mar – um altar à vida e a Geração;
* Os Rios e cachoeiras – um altar ao amor, renovação e prosperidade;
* Montanhas e pedreiras – altar à justiça de Deus;
* Lagos – altar à tranquilidade e paciência da Mãe Anciã;
* Matas – altar à cura, busca ao conhecimento;
E todos, inclusive os campos abertos, são altares à fé.