Mediunidade e saúde

caridade 22

De acordo com a OMS, saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença. Ter saúde, então, seria ter qualidade de vida, com uma rotina equilibrada, boa alimentação, tranqüilidade, além de emoções e mente em harmonia. Parece utópico dentro da realidade de hoje, principalmente nas grandes cidades, não? A prática da mediunidade também tem muito a ver com isso. Como ser um bom médium com o corpo doente, sentindo dores, ou mal estar? Ou com o emocional desequilibrado, vibrando irritação, mágoa, tristeza, ódio? Ou com a mente inquieta, cheia de problemas, preocupações, vícios? Cuidar do corpo, da mente, das emoções e do espírito é o que todos nós deveríamos fazer, e é essencial para quem trabalha mediunicamente.
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Conduta Umbandista

rezando

Ao entrar num terreiro de Umbanda, é esperado do consulente respeito pelo solo que pisa e pelas forças que regem e sustentam aquele trabalho. Um consulente não deve, jamais, pagar pelo seu atendimento, pois Umbanda é, em sua primeira definição, a manifestação do espírito para a prática da caridade.

O consulente também não deve esperar milagres, mas saber que, além de receber um descarrego, ou um passe de cura, o que ele receberá serão palavras de consolo, força e crescimento; palavras para ajudá-lo a viver com mais clareza e felicidade.

Já do médium, são esperadas outras coisas. A pessoa que se dispõe a trabalhar na Umbanda e ser um canal para os guias e Orixás deve ter responsabilidade e cuidado consigo mesma, em primeiro lugar. Cuidado com o seu corpo, sua mente, suas emoções e sua energia. O médium precisa respeitar e confiar em seu pai ou mãe espiritual, assim como naqueles que regem e guardam a casa que frequenta.
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