Os sintomas de um médium

Cientistas tentam desvendar, cientificamente, a alma

Você sabe o que significa mediunidade? Significa perceber frequências sutis ao nosso redor. Todos nós temos intuição, que nada mais é que um Mentor, um espírito de alma mais evoluída nos guiando, falando ao nosso ouvido.

Mentor é uma pessoa “paga” pelo Universo para cuidar de nós. Cada um cuida de 11 pessoas. Dependendo da evolução do médium que vem a Terra, ele não precisa desse guia.

É importante entender a mediunidade, pois senão ela fica reprimida. E por não saber como trabalhar a energia, o médium sofre tantos ataques que ficam desestabilizados e sua vida torna-se toda atrapalhada. Se não se tratar ele acaba na sarjeta espiritual.
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Perigos da mediunidade mal orientada

Dualidade (1)

A falta de doutrina e de comprometimento que existe em muitas casas espiritualistas, coloca em risco a saúde física e psicológica dos médiuns. Para se ter ideia, há casas que iniciam qualquer pessoa que tenha vontade, em trabalhos de desenvolvimento mediúnico de incorporação.E as pessoas que começam a frequentar os trabalhos, por não terem a menor noção do que é certo ou errado, se submetem.Na verdade, existem casos em que a mediunidade de incorporação nunca vai se manifestar porque o médium deverá desenvolver outras formas de mediunidade.

Consequentemente, tentando fazer incorporar quem não deve, surgem atrapalhações de toda ordem.A mediunidade deve ser desenvolvida de forma progressiva e individualizada, e o bom desenvolvimento do corpo mediúnico depende muito da firmeza e da competência do chefe encarnado do grupo e do espírito dirigente dos trabalhos.

Na Terra, a esfera material das diversas formas de religião é conduzida pelos encarnados, o que inclui a organização das casas, a orientação das pessoas e até a redação dos textos que explicam os fenômenos espirituais.É justamente por se tratar de “coisa de humanos” que a religião muitas vezes é deturpada.Se os espíritos de luz pudessem atuar sozinhos, várias situações inoportunas deixariam de acontecer.Mas os trabalhos religiosos na Terra precisam da união do plano físico e do espiritual.Sem o fluido animal dos médiuns, não é possível para os espíritos atuarem em nosso nível vibratório. Daí a grande importância dos médiuns e também da assistência nos trabalhos religiosos.

Quando um dirigente religioso, independente da linha em que trabalhe, se deixa envolver pelo ego, passa a acreditar que é dono-da-verdade e, o que é ainda pior, que é dono das pessoas, sua mente se fecha para as orientações do plano espiritual que deveriam orientar sua conduta, porque sua vontade passa a ser mais importante.Quando o chefe dos trabalhos “se perde”, os espíritos não compactuam com os erros cometidos, mas respeitam o livre-arbítrio de todos.

Ficam à parte, aguardando que a situação se modifique para novamente poderem trabalhar com seus médiuns.As pessoas não ficam desamparadas, mas os espíritos não compactuam com o ego.Há trabalhos que, irresponsavelmente, surgem em função da vontade que têm algumas pessoas de dirigirem grupos. Se uma pessoa resolve iniciar uma sessão, a responsabilidade é dela.

Os seus protetores não vão puni-la por isso, mas toda a carga que surge em função dos trabalhos vai ser também responsabilidade dela.

Surgem, em função disso, muitas complicações, para quem dirige e para quem é dirigido. Portanto, não bastando atrapalhar a si mesmo, o chefe deverá arcar com as consequências do que provoca para o corpo mediúnico de sua casa.O mesmo vale para quem decide que vai prestar “atendimentos espirituais” ou outros tipos de “trabalho” relacionados, sem as devidas proteções que só uma casa, com os devidos calços, pode ter.Toda aplicação do dom mediúnico deve estar sobre a proteção de uma corrente espiritual e de uma chefia realmente capacitada.

Infelizmente, em muitas casas sem boa direção espiritual, exerce-se o hábito de desenvolver a mediunidade em pessoas obsediadas, causando-lhes desequilíbrios ainda piores do que a própria obsessão.São pessoas que, estando claramente doentes, são levadas a abrirem seus canais de mediunidade, irresponsavelmente, a fim de supostamente se curarem.A pessoa perturbada chega nos trabalhos e é aconselhada a desenvolver… porque tem mediunidade.

Deveria procurar entender o que acontece consigo, através da doutrina, e não sair procurando um lugar para “desenvolver”Situações como essa, ocorrem devido ao pouco conhecimento doutrinário dos dirigentes das casas e até dos médiuns que dão consultas, acreditando que estão falando pelos espíritos. A mediunidade perturbada pela obsessão não merece incentivo.No aspecto patológico, existem aqueles que, por desequilíbrios neurológicos, se comportam como vítimas de processos obsessivos.

Nestes casos, também é inoportuno o desenvolvimento das faculdades mediúnicas.Mentores espirituais de casas honestas cuidam de tratar desses processos obsessivos até que os fenômenos cessem, e o enfermo, curado, possa retomar suas atividades normais e, quem sabe, desenvolver sua mediunidade.Tudo está muito bem, se o médium está preparado, saudável e consciente de que desenvolver a mediunidade é o que realmente deseja e de que realmente precisa.

Por outro lado, se a pessoa está desequilibrada, doente, desenvolvendo algo que nem sabe exatamente o que é, possuir um canal aberto será algo muito perigoso.Em ambos os casos, haverá a possibilidade da comunicação com o mundo dos espíritos, e um médium despreparado não vai saber identificar, nem filtrar, mensagens boas de mensagens oriundas de espíritos obsessores.Por isso, desenvolver a mediunidade em quem não está preparado permite que as obsessões se manifestem pelo canal mediúnico que foi aberto, ocasionando demências em diferentes graus.A mediunidade não é causadora da enfermidade ou da loucura. É o seu desenvolvimento indevido que permite que um espírito obsessor dela se utilize para instalar, na mente de sua vítima, a enfermidade mental..Pensar na mediunidade como causa desses distúrbios seria o mesmo que culpar a porta de uma casa pela entrada do ladrão.

A porta foi somente o meio ou a via de acesso utilizada para a realização do furto, por negligência e desatenção do dono da casa.Precisamos também conhecer a fadiga mediúnica. O exercício da mediunidade provoca perda de fluidos vitais do corpo do médium e tende a esgotar os seus campos energéticos. Por isso os dirigentes capacitados dedicam especial atenção e cuidado para com os médiuns iniciantes.É comum encontrar médiuns desequilibrados, atuando em grupos espiritualistas, onde incluem-se até mesmo os brandos trabalhos de mesa kardecistas.Em alguns casos, o descontrole psíquico pode levar o indivíduo à loucura, principalmente no caso das pessoas predispostas ao desequilíbrio.

Convém que o dirigente espiritual esteja atento à conduta dos médiuns, para perceber indícios de anormalidade.Mediunidade é uma atividade psíquica séria, e a ela só devem se dedicar pessoas que se disponham a ter conduta religiosa, ou seja, uma moral sadia e hábitos disciplinados.A prática da mediunidade em obsediados é capaz de produzir a loucura.A irresponsabilidade e incompetência de dirigentes nos critérios de admissão e instrução de seus trabalhadores pode culminar em demência. Basta imaginar a situação em que uma pessoa obsediada é submetida a entidades hipócritas.

É fácil imaginar que se estabelecerá um processo de fascinação que pode culminar em demência.Lembremos que a humildade, a dedicação, a paciência e a renúncia são os caminhos do crescimento mediúnico.

O orgulho e os maus espíritos são seus obstáculos.A mediunidade, assim como todos os dons, possui dois lados.Se, por um lado, é fonte de abençoadas alegrias; por outro, pode ser também de profundas decepções.Mas isso nunca deve ser motivo para que alguém desista de desenvolver a sua mediunidade, de cumprir a sua missão, pois ela é simples e gratificante na vida das pessoas que a abraçam como missão de serviço nas legiões do Grande Pai Oxalá.

Mediunidade e saúde

caridade 22

De acordo com a OMS, saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença. Ter saúde, então, seria ter qualidade de vida, com uma rotina equilibrada, boa alimentação, tranqüilidade, além de emoções e mente em harmonia. Parece utópico dentro da realidade de hoje, principalmente nas grandes cidades, não? A prática da mediunidade também tem muito a ver com isso. Como ser um bom médium com o corpo doente, sentindo dores, ou mal estar? Ou com o emocional desequilibrado, vibrando irritação, mágoa, tristeza, ódio? Ou com a mente inquieta, cheia de problemas, preocupações, vícios? Cuidar do corpo, da mente, das emoções e do espírito é o que todos nós deveríamos fazer, e é essencial para quem trabalha mediunicamente.
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Todos somos médiuns?

ramatis

TODAS AS CRIATURAS SÃO MÉDIUNS?

A Mediunidade não é faculdade EXCLUSIVA aos espíritas, mas todos os homens, são intermediários das boas ou más inspirações dos Espíritos.

Mesmo os homens ateus ou descrentes da imortalidade da alma, não estão isentos da mediunidade. Eles também podem ser instrumentos inconscientes dos desencarnados.

Ramatis nos diz que só a mediunidade natural, que é fruto do maior apuro espiritual da alma, revela-se de modo sereno, como um dom inato, sem produzir quaisquer sensações desagradáveis no ser.

Caso se trate de “concessão” provisória feita pela administração sideral, no caso da “mediunidade de prova”, despertada excepcionalmente pelos técnicos do mundo astral com o fito de favorecer às almas (espírito encarnado) muito endividadas, o seu despertamento, é em geral desagradável.
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Compromisso com a mediunidade

intuição

Desenvolver a mediunidade na Umbanda é algo considerado de grande responsabilidade. O médium que vai se desenvolver irá lidar com vidas humanas, muitas vezes, em momentos de dor e perdas, outros em conflitos existenciais e questionamentos de valores.

Este médium para exercer minimamente bem sua atividade mediúnica diante da responsabilidade assumida deve ter ao menos comprometimento com o compromisso assumido ou que pretende assumir.

Se a tarefa mediúnica não é prioridade em sua vida, então podemos concluir que dificilmente realizará um bom trabalho para si e para os outros, pois, não basta ter o fenômeno de incorporação e deixar que um espírito faça tudo e assuma todas as responsabilidades como se este trabalho não dependesse também de uma parceria entre o médium e seus guias que necessitam dele para trabalhar e vice-versa.
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