Ogunhê, meu Pai!

Ogum Lindo

Quem de nós, seres humanos, não tem como ideal a liberdade?
A liberdade de ser, de estar, de fazer, de se movimentar, de agir com força, determinação e muita proteção?

Assim, se seu sonho de liberdade é algo a ser conquistado, saiba que os negros africanos, aqueles que nasceram livres e foram reduzidos à humilíssima condição de escravos, cultuavam Ogum, pois era Ele quem dava a Força de que necessitavam para conseguir a liberdade.

Ogum é o Orixá da Guerra, o guerreiro, general destemido e estratégico, é aquele que veio para ser o vencedor das grandes batalhas, o desbravador que busca a evolução.
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Algumas das linhagens do Orixá Ogum.

Ogum Beira Mar

Essa linhagem do Orixá Ogum é escudo fiel das tormentas e dos bravos navegantes, esse orixá é o lado masculino da calunga grande, é o lado de força contra as demandas, defensor da lei e da ordem. Defendendo os fracos e as pessoas que estão sobre energia negativa, sua morada na sétima onda do mar, onde recebe suas oferendas e descarrega todo mal de seus filhos.

 

Ogum Iara

É uma falange do grande orixá Ogum e tem seu ponto de força nas cachoeiras trabalhando energeticamente com Oxum, combinando a purificação do fogo com as águas doce dos rios e cachoeiras.

 

Ogum Rompe Mato

É uma falange intermediaria entre orixá Ogum e Orixá Oxóssi, seu campo de atuação é na entrada das matas, onde Oxóssi governa, defendendo em suas trilhas as almas que ali habitam.

 

Ogum Megê

Trabalha na linha das almas, fazendo um cruzamento com o senhor Obaluaê, comanda as energias da canga pequena (cemitério). É um disciplinador de almas perdidas aplicando as leis sagradas.

 

Calunga Pequena

Aqueles que acreditam nas Forças da Natureza e no Poder dos Orixás, sempre que adentram em um santuário da Natureza, devem prestar respeito e reverência, seja ao entrar na mata, diante da cachoeira, à beira da praia, frente às ondas do mar, no sopé de uma montanha e mesmo no campo santo, morada de tantos espíritos, no portal dos mundos.
O médium de Umbanda, ao entrar na Calunga pequena, isto é, no cemitério, deve pedir licença ao Pai Omulu, em primeiro lugar, depois a Ogum Megê e finalmente ao Exu guardião daquele local, para ao sair dali, voltar em Paz para seu lar, sem levar energias pesadas ou carregar espíritos sofredores.
Se sabemos que há habitantes, temos até por educação, entrar com cuidado e respeito. Alguns utilizam guias de aço, guias contra-egum para entrar, não só em cemitérios, como em outros locais de energias pesadas, como os hospitais.
Porém, o fato de absorvermos miasmas do ambiente ou sermos seguidos por espíritos sofredores ou obssessores, pode ou não acontecer, dependendo de como estivermos vibrando, já que somos poderosos atratores de energias afins, de modo que nossos pensamentos elevados, o teor vibratório de nossos espíritos, além do poder da oração, não permitirão que levemos para casa as energias mais densas.
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