Ogum, São Jorge Guerreiro.

Cada um dos 16 orixás – as entidades cultuadas no candomblé e na umbanda – corresponde a um ou mais santos católicos.
Ogum é uma divindade masculina iorubá, figura que se repete em todas as formas mais conhecidas da mitologia universal, OGUM é o arquétipo do guerreiro.
Bastante cultuado no Brasil, especialmente por ser associado à luta, a conquista, é a figura do astral que, depois de Exu, esta mais próxima dos seres humanos. O guerreiro sempre foi à figura mística do deus mais evocado, já que é sua função realizar no astral as guerras que os seres humanos não conseguem travar ou vencer na sua luta cotidiana.
Foi uma das primeiras figuras do candomblé incorporada por outros cultos, notadamente pela umbanda, onde é muito popular. É sincretizado com São Jorge.
São Jorge sempre despertou-nos mais variados povos da Antiguidade, e ainda hoje, o fascínio de uma divindade que mesclava a força, a energia criativa,à proteção do guerreiro, daquele que traz consigo o poder da terra e dos veios ferrosos. O ferro, enquanto matéria prima imprescindível para a confecção das armas que manteriam determinada sociedade em condições de lutar pela sua sobrevivência, associou-se a vários outros símbolos que culminaram por forjar o famoso “Santo Guerreiro”.
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Ogunhê, meu Pai!

Ogum Lindo

Quem de nós, seres humanos, não tem como ideal a liberdade?
A liberdade de ser, de estar, de fazer, de se movimentar, de agir com força, determinação e muita proteção?

Assim, se seu sonho de liberdade é algo a ser conquistado, saiba que os negros africanos, aqueles que nasceram livres e foram reduzidos à humilíssima condição de escravos, cultuavam Ogum, pois era Ele quem dava a Força de que necessitavam para conseguir a liberdade.

Ogum é o Orixá da Guerra, o guerreiro, general destemido e estratégico, é aquele que veio para ser o vencedor das grandes batalhas, o desbravador que busca a evolução.
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Técnica Energética na força de Ogum

INDIO

Essa técnica foi-me ensinada por um falangeiro de Ogum, um Caboclo que algumas vezes me assiste em desdobramentos astrais e, além de ser uma boa técnica de manipulação energética, também é uma espécie de “seladora energética” do ambiente.

Antes de deitar-se, ajoelhe-se e clame a Pai Ogum, pedindo-lhe permissão para fechar o ambiente em que vai dormir com seu símbolo e energia.

Levante-se e virado para a porta do quarto, estenda sua mão direita com as palma virada para a parede e visualize um fluxo de energia que sai de sua palma e atinge essa parede.

Quando o fluxo de energia atingir a parede, desenhe com a energia uma estrela de cinco pontas, vire-se para a direita e repita na outra parede o procedimento e faça isso com os outros dois lados, sempre virando para a direita.
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Ogum Beira Mar

ogum beira mar

Conta uma lenda que ao chegar a uma aldeia Ogum Beira Mar ficou furioso.

Ele falava com as pessoas, mas ninguém o respondia.

Isto aconteceu sucessivas vezes, e sempre que se dirigia a um morador da aldeia só tinha silêncio.

Ele achou que as pessoas da aldeia estavam zombando dele e num ato de fúria usou seu poder e matou a todos que ele pensava estarem o humilhando.
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A filha de Olorum


E sua majestosa voz ecoou pelo alto, pelo embaixo, pela esquerda e a direita, pelo a frente e o atrás, pelo envolta. Por determinação do pai – mãe de Todos, uma nova religião nasceria sob solo brasileiro. Era sua filha mais nova, a Umbanda.

E um verdadeiro rebuliço começou no Orum, pois logo o mais respeitado dos Orixás se ergueu de seu Trono e disse que ele seria o responsável e sustentador maior da religião. Oxalá abençoava o nascer da mais nova filha de Olorum, e a assumia dos Seus Divinos Braços. Nela a espiritualidade e a fé estariam presentes, como aceleradora da evolução de todos. Não existiriam dogmas, e apenas um grande fundamento: Amor e Caridade.

E logo começaram a chegar os Orixás, todos também abençoando e apadrinhando a nova filha de Olorum. Ogum e Iansã, os mais emocionados de todos, diziam que protegeriam a nova religião com as armas da Lei.

E então a voz trovão de Xangô ecoou, pelos quatro cantos do Orum, dizendo que ele seria a Justiça a favor de todos. Sua palavra seria Lei, e os filhos de Umbanda nada temeriam, pois todos são filhos de Rei, o Rei Xangô.
Também apresentou a todos sua mais nova esposa, Egunitá a quente irmã mais nova de Iansã. Ela que era “fogo puro” encantou a todos, e disse que protegeria a Umbanda.
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