Palavra de Pai João de Aruanda

rezando

“Meu filho está confuso? é preciso coragem para modificar, para decidir e ousar. A vida, meu filho, só permite a vitória daqueles que ousam, que decidem, que realizam.

Quando a crise visita os meus filhos, é que já é hora de modificar alguma coisa.

A crise é sentimental? É preciso modificar a visão a respeito de si e do outro e promover as mudanças. O amor só sobrevive se for alimentado, adubado e regado com carinho, doçura, pequenos gestos; enfim, uma série de coisas aparentemente pequenas, muito importantes para manter a vida sentimental.

A crise é econômica? Que tal modificar a forma de gerenciar sua vida, seus negócios e suas próprias aspirações?

A crise, quando se apresenta na área social, é um convite à reavaliação de suas posturas, de sua forma de vera vida e de seu envolvimento com o mundo e a sociedade.
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Reino das sombras


Reino das Sombras
Diálogo com Pai João de Aruanda

Vamos abordar o diálogo de Pai João de Aruanda no livro A Marca da Besta, diálogo este que vem nos trazendo grandes esclarecimento, desejamos a todos uma ótima leitura.

– No mundo dos encarnados, os mitos que envolvem os vampiros tiveram sua origem na Antiga Transilvânia, nas tradições da magia ou em contos germânicos. Esse tema vem seduzindo milhões de pessoas e polarizando as atenções ao redor do mundo, já desde o final do século XX, e ainda com mais força no inicio deste século, pois chegou a hora de levar um pouco mais de conhecimento à população. Assim, quando pensamos que a linguagem espiritualista ou espiritista ortodoxa poderia afugentar pessoas, ou meramente causar restrição em certos círculos, tem vindo contribuições através da literatura chamada de ficção e de outras mídias, a fim de começar a dar ciência ao maior numero possível de pessoas acerca de como se dão tais fatos nos bastidores da vida.
“Considerando o antigo mito, os vampiros seriam caracterizados por dois aspectos. O primeiro e mais comum, apresentarem-se como mortos-vivos que não podem viver à luz do dia e se alimentam do sangue humano, por toda a eternidade. A segunda versão os tem na conta de enviados do diabo ou do demônio, com objetivo mais definido do que os vampiros da categoria anterior, dos contos que ilustram os livros. No fundo, o mito não deturpa a realidade”.
“Temos observado que o primeiro tipo de vampirismo, embora de extrema complexidade, reflete a sede de vitalidade de determinados espíritos que procuram se manter por meio do roubo de seu alvo mental. Sugam-lhe as reservas energéticas e, desse modo, conseguem sentir todas as sensações que o encarnado sente, como prazer sensorial, físico, sexual e outros tipos de paixões das quais ainda não se desvencilharam. Esses são os vampiros mais comuns; em muitos casos, são tratados em reuniões de desobsessão”.
“Mas há também os vampiros especializados, como a categoria representada pelos espectros, a elite da guarda dos dragões. Esses sim, seriam comparados aqueles que às historias classificam como enviados direto do diabo. Dificilmente encontramos agrupamentos especializados em lidar com tal espécie de vampiros astrais, que detém não somente poucos espíritos da categoria dos dragões e seus prepostos sabem fazer. Esse conhecimento é tão invulgar, tão pouco difundido, mesmo entre as comunidades das trevas, que uma pequena minoria de seres do abismo é que realmente monopoliza a técnica. Aprisionado o duplo etérico por meio desse método, o corpo físico do encarnado pode sofrer a morte, e, ainda assim, a contraparte etérica não se dissolve, resistindo por dilatado período de tempo. Após essa extorsão, essa apropriação indébita e criminosa, os seres especializados assumem o duplo capturado, acoplando-se nele e moldando-o segundo sua vontade, sujeitando-o à força do pensamento gerou o processo”.
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