Somos Muitos

maos dadas

Somos muitos, acreditem, somos muitos mesmo. Vamos começar a assumir esta identidade umbandista.

Não precisa ser fanático e querer converter todo mundo, apenas faça o teste de não esconder que é umbandista e ficará surpreso em ver que muitas pessoas são umbandistas e muitas, mas muitas mesmo, têm muita curiosidade de falar sobre Umbanda.

Afinal, para falar mal, já tem muita gente… e para falar bem, só temos nós os praticantes. Se nós nos omitirmos, sobrarão apenas os milhões que já falam mal. Então adote esta ideia: falar bem da Umbanda sempre que tiver uma oportunidade, mas sem ser o chato ou a chata que só quer falar o tempo todo de Umbanda, mesmo para quem não quer ouvir.
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Só com o exemplo e o saber


Acredito que todos os umbandistas querem fazer algo especial pela Umbanda, fazer algo que a valorize e que mostre a toda sociedade o quanto a Umbanda é realizadora e divina, o quanto deve ser respeitada, e que não tem nada a ver com trabalhos feitos, milagres vendidos ou magias negras. Baseada nessa minha crença, penso continuamente como fazer isso, como proporcionar esse tipo de estímulo e de conduta aos umbandistas para que todos possam, de forma homogênea e clara, falar da Umbanda para uma sociedade já com idéias tão preestabelecidas.

Percebo inclusive que falar de Umbanda é algo difícil para muitos umbandistas, na maioria das vezes a fala contém uma incisiva conotação defensiva e justificada, é quase automático esclarecer o porquê da escolha dessa religião salientando sempre que na Umbanda não se faz matança e assim por diante. É fato que muitas vezes esperamos uma reação negativa ou irônica daquele que desconhece a Umbanda assim como todos seus fundamentos e poder de realização. Chego à conclusão que só existem duas formas de criar essa valorização religiosa tão necessária para a Umbanda: primeiro pelo EXEMPLO e segundo pelo SABER.
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