Dicas para se harmonizar com as energias do outono

outono

O outono chegou!
As noites estão mais frescas e os dias mais claros.
Esta é a estação do ano que faz a ligação entre a luz do verão e a escuridão e vazio do inverno. Uma estação de equilíbrio, na qual a energia é propícia para nos livrarmos daquilo que não nos serve mais, em todos os aspectos.
Também é tempo de gratidão pelos frutos recebidos na “colheita” e de nos prepararmos internamente para o vazio do inverno.

A seguir, algumas dicas para estar em sintonia com a vibração desta estação:
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Obi a fruta sagrada dos Orixás

OBI AFRICANO E NACIONAL

Na verdade obi é uma semente. A nós de cola. Muito usada em todos os preceitos do Axé Orixá, e nada se faz sem que ela esteja presente, seja para confirmar uma obrigação, seja para ser ingerida no dia a dia como forma de proteção contra todos os males que atingem os seres humanos.

Nada podemos realizar ou oferendar sem abrirmos um obi e jogarmos para que o Orixá nos diga se está ou não satisfeito com os rituais realizados.

Segundo as crendices africanas, assim surgiu o obi e sua importância para nossos ancestrais:
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Alguém te espera na noite…

meia

Vinte e três horas e alguns minutos, em algum dos muitos “inferninhos” disfarçados com luxo, luzes e uma ilusória alegria na grande metrópole que não dorme, notamos um grupo de seres sombrios arquitetando seu plano para iniciarem seu processo de vampirização.

O suposto chefe, pois mantem postura altiva e senso de diligência da as coordenadas para que o grupo se divida nas táticas programadas para que não se perca nesta noite “nenhuma cabeça” e todos saem para a “caça”.

O local começa a ficar lotado de almas ainda na fase juvenil de suas vidas, mentes invigilantes, sonhadoras e muito, muito desatentas com o cenário sombrio que se desenrola ao seu lado. A beleza do local, as pessoas agitadas o som de música alto é o cenário propicio para se instalarem processos dolorosos de obsessões a principio simples que inevitavelmente caminharão para o um quadro de complexidade em um futuro não tão distante. A ausência de luz solar possibilita que seres infelizes, presas do ódio e sedentos de vingança executem suas técnicas de absorção das energias vitais e aprisionamento mental destes filhos (as) ainda perdidos na ilusão dos sentimentos.
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Obsessões Carnavalescas

carnaval

Poucos sabem que a palavra Carnaval é, na verdade, uma abreviatura da frase: a carne nada vale. Em contrapartida, grande parte dos brasileiros acredita que participar das festividades carnavalescas em nada atrapalha sua organização psico-físico-espiritual. Algo como mudar totalmente o padrão vibracional, adentrando por quatro dias e cinco noites num maremoto energético de baixo teor e dizer que isso não desarmoniza ninguém, ao contrário, “desestressa”. Será mesmo só esse o resultado do envolvimento em tal festividade? Desestressamento?

Estudiosos da psicologia realizaram um trabalho de pesquisa interessante sobre o tema, trazendo-nos alguns dados que já nos suscitam importantes reflexões. Vou transcrever parte da matéria que saiu no Jornal Correio Brasiliense, onde constam tais informações: “(…) de cada dez casais que caem juntos na folia, sete terminam a noite brigados (cenas de ciúme, intrigas, etc.); desses mesmos dez casais, posteriormente, três se transformam em adultério; de cada dez pessoas (homens e mulheres) no carnaval, pelo menos sete se submetem a coisas que abominam no seu dia-a-dia, como o álcool e outras drogas (…). Concluíram que tudo isto decorre do êxtase atingido na grande festa, quando o símbolo da liberdade, da igualdade, mas também da orgia e da depravação, estimulado pelo álcool leva as pessoas a se comportarem fora de seus padrões normais (…)”.
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Quartinhas

quartinhas

Tanto na umbanda como no candomblé as quartinhas são amplamente usadas dentro dos ritos religiosos que compõem os costumes de cada casa. Servem para assentar ou firmar orixás ou guias de trabalho conforme a necessidade da casa ou do médium que realiza o ato religioso.

De acordo com o que aprendi um dos fundamentos que está por trás das quartinhas é o seu formato que se repararmos bem se assemelha ao do útero materno, onde se aloja a o embrião para seu desenvolvimento após a concepção.

Quando assentamos ou firmamos uma força divina (orixás) ou um guia de luz em uma quartinha estamos oferecendo a eles condições para desenvolverem seu trabalho ou suas forças e assim irradiem pra nós tudo de bom que possam oferecer de bom de acordo com nosso merecimento.
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