Dicas para se harmonizar com as energias do outono

outono

O outono chegou!
As noites estão mais frescas e os dias mais claros.
Esta é a estação do ano que faz a ligação entre a luz do verão e a escuridão e vazio do inverno. Uma estação de equilíbrio, na qual a energia é propícia para nos livrarmos daquilo que não nos serve mais, em todos os aspectos.
Também é tempo de gratidão pelos frutos recebidos na “colheita” e de nos prepararmos internamente para o vazio do inverno.

A seguir, algumas dicas para estar em sintonia com a vibração desta estação:
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O carnaval e a Umbanda

Conheço pessoas que durante todo o ano deixam de fazer o que querem, subjugam-se a modos de vida, o que para ele é mais prático, porque aparentemente não há tantos embates. Não sentem necessidade de situarem-se com os pés no chão em suas ações cotidianas, pois acreditam que atingiram zonas confortáveis de segurança na rotina das suas vidas, na interdependência do círculo familiar, na eterna tolerância ao tédio no trabalho e aparentes relações amistosas com todos ao redor.

São pessoas que vivem como que na superfície da verdadeira vida. Aqueles que passam a vida a ver as sombras na parede, se formos lembrar do mito da caverna de Platão, revivida em Fernão Capelo Gaivota e na lenda oriental dos peixinhos do tanque.

Só que chega o carnaval, parece que na mente e no íntimo dessas pessoas, ocorre uma espécie de desbloqueio, e todas as barreiras morais e sociais se neutralizam, e elas entram em clima de “vale tudo”, como se fosse uma compensação pelo “comportamento exemplar de todo o resto do ano”. Alegam que “merecem” ser felizes por um dia e caem na folia.
Muitos divertem-se sadia e equilibradamente, apenas usando o momento para abolir as preocupações e afastarem-se das obrigações e responsabilidades diárias nem que seja por uns poucos dias.

Outros, porém, cometem todo o tipo de desvarios, comprometendo-se e às vezes levando outros de roldão em atos de imprudência, selvageria, colocando em risco sua integridade, às vezes a vida.

Tentar resolver ou esquecer os problemas pessoais durante os dias de folia carnavalesca, pode ser o pior caminho que alguém possa tomar.
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Obsessões Carnavalescas

carnaval

Poucos sabem que a palavra Carnaval é, na verdade, uma abreviatura da frase: a carne nada vale. Em contrapartida, grande parte dos brasileiros acredita que participar das festividades carnavalescas em nada atrapalha sua organização psico-físico-espiritual. Algo como mudar totalmente o padrão vibracional, adentrando por quatro dias e cinco noites num maremoto energético de baixo teor e dizer que isso não desarmoniza ninguém, ao contrário, “desestressa”. Será mesmo só esse o resultado do envolvimento em tal festividade? Desestressamento?

Estudiosos da psicologia realizaram um trabalho de pesquisa interessante sobre o tema, trazendo-nos alguns dados que já nos suscitam importantes reflexões. Vou transcrever parte da matéria que saiu no Jornal Correio Brasiliense, onde constam tais informações: “(…) de cada dez casais que caem juntos na folia, sete terminam a noite brigados (cenas de ciúme, intrigas, etc.); desses mesmos dez casais, posteriormente, três se transformam em adultério; de cada dez pessoas (homens e mulheres) no carnaval, pelo menos sete se submetem a coisas que abominam no seu dia-a-dia, como o álcool e outras drogas (…). Concluíram que tudo isto decorre do êxtase atingido na grande festa, quando o símbolo da liberdade, da igualdade, mas também da orgia e da depravação, estimulado pelo álcool leva as pessoas a se comportarem fora de seus padrões normais (…)”.
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Consagração do Azeite

O azeite é utilizado desde a Antiguidade, tanto como fonte de alimento como nos rituais e cerimônias religiosas, tendo a energia e o poder vegetal da oliveira como principio formador. Várias lendas narram o nascimento da oliveira, como a que diz ser ela o resultado de uma disputa, por um pedaço de terra, entre Poseidon (deus do mar) e Atena (deusa da sabedoria). Nessa disputa, Poseidon fez nascer o mar quando usou a força de seu tridente numa rocha. Atena, por sua vez, fez brotar a oliveira da terra e, por isso mesmo, foi a vencedora da contenda, segundo Zeus, ganhando a posse da terra. Daí em diante, os frutos dessa arvore serviriam de alimento e deles seria extraído um óleo sagrado que alimentaria e fortificaria o homem, aliviando as suas dores e as suas feridas. Outra lenda, contada pelos hebreus, narra que a oliveira nasceu no Vale de Hebron, quando Adão fez 930 anos e, pressentimento sua morte, lembrou que o Senhor lhe havia prometido o “óleo da misericórdia”. Então, um querubim enviou-lhe a semente da oliveira, que germinou na sua boca após a sua morte.
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Quartinhas

quartinhas

Tanto na umbanda como no candomblé as quartinhas são amplamente usadas dentro dos ritos religiosos que compõem os costumes de cada casa. Servem para assentar ou firmar orixás ou guias de trabalho conforme a necessidade da casa ou do médium que realiza o ato religioso.

De acordo com o que aprendi um dos fundamentos que está por trás das quartinhas é o seu formato que se repararmos bem se assemelha ao do útero materno, onde se aloja a o embrião para seu desenvolvimento após a concepção.

Quando assentamos ou firmamos uma força divina (orixás) ou um guia de luz em uma quartinha estamos oferecendo a eles condições para desenvolverem seu trabalho ou suas forças e assim irradiem pra nós tudo de bom que possam oferecer de bom de acordo com nosso merecimento.
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