Paciencia e nós

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Quando as dificuldades atingem o apogeu, induzindo os companheiros mais valorosos a desertarem da luta pelo estabelecimento das boas obras, e prossegues sob o peso da responsabilidade que elas acarretam, na convicção de que não nos cabe descrer da vitória final…

Quando os problemas se multiplicam na estrada, pela invigilância dos próprios amigos, e te manténs, sem revolta, nas realizações edificantes a que te consagras…
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Ao Mistério Exu Caveira: Um Brinde a Morte

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Pelo seu sorriso que encanta e acalenta o final de todos os ciclos. Pelo seu toque, que cria condições para que tudo possa renascer. Pela doçura do medo que vós desperta, em todos aqueles que se iludem com o ato de viver. Pela oportunidade que ecoa da escuridão do seu manto ébano.

Neste momento, presente e sublime, erguemos o cálice da consciência, brindando a morte!

Pela morte de todos os nossos vícios: emocionais, mentais, espirituais, condicionais, sociais e materiais. Sejam eles de ordem química ou energética.
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Divindades

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Oxalá
É o Trono Natural da Fé e seu campo de atuação preferencial é a religiosidade dos seres, aos quais ele envia o tempo todo suas vibrações estimuladoras da fé individual e suas irradiações geradoras de sentimentos de religiosidade.

Fé! Eis o que melhor define o Orixá Oxalá. Sim, amamos irmãos na fé em Oxalá. O nosso amado Pai da Umbanda é o Orixá irradiador da fé em nível planetário e multidimensional. Oxalá é sinônimo de fé. Ele é o Trono da Fé que, assentado na Coroa Divina, irradia a fé em todos os sentidos e a todos os seres. Comentar Oxalá é desnecessário porque ele é a própria Umbanda. Logo, vamos nos afixar nas suas qualidades, atributos e atribuições.
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Uso de ferramentas pelos Guias Espirituais

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Muitos guias espirituais usam ferramentas para absorver energias condensadas, atrair ou projetar ondas vibratórias, descarregar os médiuns e os consulentes de energias negativas, etc.

Para muitos que desconhecem os fundamentos da Umbanda, para os que estão iniciando na religião ou mesmo para aqueles que estão apenas visitando um terreiro para tomar um passe, as ferramentas utilizadas pelos guias aparentam ser apenas adereços e símbolos para chamar a atenção e tornar o ritual cheio de pompas.

Mas tudo na Umbanda tem sua razão de ser e existir. Nada é por acaso.

Antes de explicar para que servem as ferramentas utilizadas pelos guias espirituais, vamos conhecer algumas:
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Carta Magna de Umbanda – 09/03/14

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A Umbanda é uma religião que crê na existência de um Deus único, inteligência suprema, causa primária de todas as coisas, eterno, imutável, imaterial, onipotente, soberanamente justo e bom, infinito em todas as Suas perfeições.

Cremos na existência dos Sagrados Orixás, responsáveis diretos por toda a criação do universo e sustento do Planeta Terra. Não são deuses, mas sim denominações humanas para uma classe de Poderes Reinantes do Divino Criador.

Cremos na existência e comunicação mediúnica, através de medianeiros preparados para tal tarefa, em trabalhos caritativos em atendimentos fraternos dos Guias Espirituais, os Espíritos Tutelares, também conhecidos como Espíritos Santos de Deus ou Santas Almas Benditas.

Dando por verdade que a Umbanda teve contribuições positivas das religiões e/ou filosofias Espírita, Indígenas, Africanas e do Catolicismo popular, aceitando tudo o que é bom e rejeitando tudo o que não coaduna com as necessidades espirituais religiosas do conceito Umbandista. Entendendo que a Umbanda não se submete a nenhum dogma relacionado às religiões ou filosofias citadas, sendo livre de interferências.

Cremos em Jesus (Oxalá), incondicionalmente, sendo Ele o pilar central da Umbanda, pautando o aspecto doutrinário embasado nos Evangelhos (segundo Marcos, segundo Mateus, segundo João e segundo Lucas) e nos ensinamentos dos Espíritos Crísticos, os Mestres do Amor como via evolutiva para se chegar a uma espiritualidade superior.
Possui sacramentos e ritos próprios de batismo, casamento e fúnebre.

A Umbanda é uma religião de “Culto a Caridade”. Dá ênfase a simplicidade dos rituais, que permite a dedicação integral do tempo das sessões em atendimento fraterno aos que a ela recorrem. Nos atendimentos fraternos está o assistencialismo da Umbanda sempre de forma caritativa.
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