Eparrei Iansã

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Yansã é a deusa da tempestade, do fogo e da sensualidade. Simboliza as mulheres guerreiras e todas as pessoas que têm determinação e vivacidade. Destemida e justiceira, nada teme. Mostra o seu amor e a sua alegria contagiante na mesma proporção que exterioriza a sua raiva e o seu ódio.

É a mulher que acorda de manhã, beija os filhos e sai em busca do sustento. Capaz de grandes esforços para conquistar os homens e para proteger seus rebentos. Sabe conquistar, seja no fervor das guerras, seja na arte do amor. É o retrato da mulher batalhadora que vende quitutes no mercado para sustentar seus noves filhos.

“Iansã é uma mulher guerreira e batalhadora”, diz a antropóloga Teresinha Bernardo, da Pontifica Universidade Católica de São Paulo.

“Iansã encarna a mulher dos séculos 20 e 21, que sabe o que quer e vai à luta”, diz o antropólogo Júlio Braga, diretor do Instituto do Patrimônio Artístico e cultural da Bahia.
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Dia 12 de outubro é dia de Oxum?


Devido ao sincretismo religioso adotado pela grande maioria dos terreiros em nosso pais, existem algumas divergências quanto a data correta de homenagem à Oxum. No Rio de Janeiro o sincretismo se dá com Nossa Senhora da Conceição, na Bahia, com Nossa Senhora das Candeias e em São Paulo, Nossa Senhora de Aparecida. Como se tornou hábito seguir o calendário católico para as homenagens sincréticas, o dia 12 de Outubro consagrado à Padroeira do Brasil passou também a ser o dia escolhido para nossos festejos à deusa das águas doces.

Há, evidentemente, muitas criticas quanto a essa falta de padronização em nossas datas umbandistas, já que muitas casas programam seus trabalhos em dias diferenciados até mesmo para fugir da comparação com a Igreja. Podemos sim, utilizar a data do santo católico para fazer nossas oferendas ao orixá correspondente. Acredito que a egrégora formada por milhões de pessoas vibrando por uma energia positiva, seja ela de um orixá ou de um santo católico apenas acrescenta à nossa fé sem desmerecer a nenhum lado e fortalecendo a tradição herdada de nossos antigos.

Já disse algumas vezes que nada tenho contra o sincretismo e até o defendo, não consigo tirar do meu congá as imagens católicas já arraigadas no contexto de nossos trabalhos. Claro que sempre explico aos médiuns as diferenças existentes entre um orixá e um santo, isso é fundamental quando nos propomos a estudar e vivenciar a Umbanda, mas esquecer tradições? Nunca! Eu não faço!
Então louvemos de coração aberto nosso orixá e nossa Padroeira, ambas, mães de todos nós!

Ora Ie ie Oxum!

LUIZ CARLOS PEREIRA – http://aumbandacomoelae.blogspot.com.br/

Banho para captação de energia de Erê


Banho de atração para Erês:
*Levante,
*Verbena,
*Rosas cor de rosa,
*Funcho,
*Erva doce,
*Guarana ( 1 copo ),
*Alecrim,
*Trevo,
*Folha de anil,
*Alfazema.
1 litro de água.
Ferva 1 litro de água em um recipiente qualquer, depois que a água ferver desligue o fogo e coloque as ervas e o guaraná dentro e tampe.
Quando o banho chegar na temperatura agradável para seu corpo, tome seu banho de higiene e em seguida jogue o banho do pescoço para baixo.
Este banho pode ser tomado antes de uma Gira de Erê.
Axé!!!

Exus Amparadores

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Ainda agora, enquanto eu preparava o material para a 1ª aula do curso de Orientalismo e Espiritualidade (com ênfase nos ensinamentos dos Upanishads) que iniciarei daqui a pouco no IPPB para cerca de 235 pessoas, percebi uma certa manifestação energética por fora do meu apartamento. Fechei os olhos e concentrei-me para verificar o que era. Pulsei luz no meu chacra frontal e nas mãos, enquanto erguia os pensamentos e sentimentos ao Supremo Amor para sintonizar a consciência com as energias elevadas.

Fora do apartamento (moro no quinto andar), em pleno ar, surgiu uma fenda escura. Eu sabia que era uma passagem interdimensional para o plano extrafísico. Do outro lado da mesma, muito embora eu não pudesse vê-los diretamente, estava um grupo de exus que trabalha nos ambientes pesados do Astral desmanchando as porcarias que os encarnados encomendam aos seus asseclas desencarnados que patrocinam certos processos de magia trevosa. Eles operam em climas pesadíssimos e são craques em dissolver as energias pesadas emanadas pelo ódio.
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Os guardiões

Na umbanda e nos cultos de origem afro, a palavra exu é empregada para se referir aos guardiões. — Porém, como exu é um termo comum à terminologia africana e afro-brasileira, em geral apenas nos cultos citados é que se utilizam esse e outros nomes, que, aos olhos de muita gente, são estranhos ou destituídos de significado.

Contudo, não podemos ignorar que os guardiões representam, em todos os planos onde atuam, uma forma de equilibrar as energias do universo, da mesma forma que os exus. Sem os guardiões, muitas tarefas, senão todas seriam inconcebíveis, tanto no plano físico como no astral.

“No entanto, não se deve fazer confusão, presumindo que todos os guardiões desempenham tarefas de igual teor.”
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